Raíssa aciona Justiça e acusa assessor do prefeito de tentar ligar seu nome a facção

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A vereadora Raíssa Lacerda (PSD) entrou com uma queixa crime na Justiça contra um perfil de Instagram que utilizou vídeos de uma festa no bairro São José, em João Pessoa, postados por ela em seu perfil pessoal, na tentativa de associá-la ao crime, em função de uma suposta comemoração que teria sido feita por uma facção criminosa em comunidades, no último sábado (11).

Raíssa disse que a tentativa de manchar a sua imagem partiu de um assessor do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), em função dela ter repercutido denúncias na tribuna da Câmara Municipal contra a prefeitura, na quinta-feira (9).

A festa no bairro São José aconteceu na noite do último sábado (11). Raíssa Lacerda concedeu entrevista nesta segunda-feira (13) esclarecendo mais uma vez a polêmica no qual seu nome foi envolvido no fim de semana e informou que tomou as medidas judiciais cabíveis.

Raíssa lembrou que realiza visitas às comunidades de João Pessoa para receber as demandas da população, como médico e uma ponte que os moradores estão solicitando para o bairro, e após visitas à comunidade, ela participou de uma festa de aniversário de um amigo, para a qual foi convidada, no bairro São José, na capital paraibana.

“Eu vivo dentro das comunidades. O papel do vereador não é aparecer em época de eleição, não, o papel do vereador é aparecer os quatro anos e onde tem as maiores dificuldades é na comunidade”, disse Raíssa. “O que tinha lá era bolo, refrigerante, não tinha negócio de facção não, eu sou cristã, sou temente a Deus”, disse a vereadora.

Logo após a polêmica, no sábado, Raíssa postou um outro vídeo no Instagram, em que explica ter ido à comunidade para celebrar o aniversário de um amigo. “Para de preconceito. Para de inventar história, minha gente, por favor. Xô preconceito a negros, xô preconceito a comunidades, xô preconceito a homossexuais. Xô preconceito”, declara Raíssa.

A denúncia contra a Prefeitura de João Pessoa repercutida por Raíssa na Câmara tem como base as investigações da Operação “Cidade Luz”, deflagrada em Patos, que envolvem a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) pelo fato da administração municipal ter pago R$ 30 milhões a uma empresa investigada pelo Gaeco do Ministério Público.

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