Padre Egídio e Samuel Segundo viram réus em nova denúncia feita pelo Gaeco

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

O juiz José Guedes, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, acatou a terceira denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), no âmbito da Operação Indignus, que apura desvios e fraudes milionárias na antiga gestão do Hospital Padre Zé. Foram denunciados o Padre Egídio De Carvalho neto e também o ex-funcionário do hospital, Samuel Rodrigues Segundo.

O caso se refere especificamente ao desvio de celulares que haviam sido doados pela Receita Federal para o Hospital Padre Zé e que sumiram.

A partir do desaparecimento desses aparelhos celulares teve início toda a investigação envolvendo Padre Egídio e ex-funcionários na gestão do Hospital Padre Zé.

Coforme a denúncia, os dois foram enquadrados em furto qualificado, por conta do sumiço dos aparelhos celulares. Os investigadores apontam que cerca de 670 celulares desapareceram da carga avaliada em mais de r$ 500 mil.

O Ministério Público, na denúncia, pede o ressarcimento do valor e também a condenação de Padre Egídio e Samuel Rodrigues, além do pagamento de R$ 1 milhão em danos morais coletivos.

Essa é a terceira ação penal em que Padre Egídio de Carvalho, que se encontra em prisão domiciliar, se torna réu.

A denúncia foi recebida pela justiça na semana passada, no dia 22, transformando Egídio de Carvalho e Samuel Segundo em réus.

“A peça acusatória atende aos requisitos formais do art. 41 do Código de Processo Penal, por estar alicerçada em fonte de informação básica do (s) delito (s) e oferecendo indícios de autoria, não havendo motivo que autorize a sua rejeição, como a inépcia ou falta de pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal”, disse o juiz José Guedes em sua decisão.

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027

tre-pb

TRE-PB reúne forças de segurança para planejamento integrado das eleições

lucasseds

Lucas Ribeiro apresenta resultados da Segurança e inicia Operação S. João após queda de 55% da violência letal em Campina

leopsb

Leo Bezerra questiona João sobre postura do PSB, que lhe faz oposição

TRESDONORDESTE

Programação do Arraiá Mangabeira segue nesta quinta com show gratuito de “Os 3 do Nordeste”

csm_policia_civil_paraiba_joao_pessoa_23_f2d6c68b06

Polícia Civil prende investigados por estupro de vulnerável praticado no Mercado Central de João Pessoa