Ricardo Coutinho ultrapassa 1 milhão de votos e é eleito governador da PB

O candidato do PSB, Ricardo Coutinho, foi eleito Governador da Paraíba com o maior número de votos já obtido por um postulante ao Palácio da Redenção na história. O TRE fechou a contabilização das seções às 20h19 e Ricardo obteve 1.079.164 votos (53,70%).  José Maranhão (PMDB), atual governador, conseguiu 930.331 votos  (46,30%).

A expressiva votação de Ricardo Coutinho superou o então campeão de votos na Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), que tinha a marca de 1.004.183 votos para o Senado, no último dia 3 de outubro.

O governador eleito Ricardo Coutinho já divulgou nota afirmando que falará a imprensa na noite deste domingo em uma coletiva que acontecerá no hotel Ouro Branco, no bairro de Tambaú, às 21 horas.

Conheça a biografia do atual governador da Paraíba

Infância e início da adolescência

Ricardo Vieira Coutinho nasceu em João Pessoa, em 18 de novembro de 1960, na maternidade Frei Martinho, localizada no bairro de Jaguaribe. Filho de pai agricultor e mãe costureira, teve uma infância simples. O pai, seu Coriolano Coutinho, morou em Bananeiras, Serraria, Caiçara e chegou a João Pessoa, onde teve uma pequena granja no bairro do Castelo Branco e vendia leite. Possuía também umas pequenas casas de onde recebia aluguéis. Era assim que Ricardo vivia: a mãe, dona Natércia Vieira, costurava e o pai vendia leite e negociava uns aluguéis de algumas casinhas que possuía. A vida era feita de períodos bons e ruins, de acordo com as vendas do leite, os aluguéis das casas e as costuras da mãe. O sobrenome “Vieira” vem de uma família de Umbuzeiro, e o “Coutinho”, de Picuí, de Bananeiras, ou seja, um misto de brejo e sertão. Seu pai teve 10 filhos do primeiro casamento (com a sua mãe) e 8 do segundo.

Ricardo fez o “primário”, como se chamava naquela época, no Instituto La Salle, conhecido colégio de Jaguaribe. O “ginásio” foi cursado no Colégio 7 de Setembro, também no bairro de Jaguaribe. Só pôde estudar nesta escola porque uma irmã era casada com o dono dela; todos os irmãos estudaram lá para aproveitar a franquia.

O segundo grau foi feito na Escola Estadual Bairro dos Estados. Ele lembra que se fazia concurso para ser admitido em escolas públicas nessa época; “o ensino desse período era muito bom”, ele conta. O “3º ano científico”, cursou no Colégio Águia.

Morou muito tempo em Jaguaribe. Todos o conhecem por lá. Tem ótimas lembranças de sua turma, dos dias de chuva, de bater pelada no campo do clube Estrela do Mar… Foi uma criança feliz, apesar das dificuldades. Os pais sempre disseram que tivesse cuidado com o que ia fazer, pois teria de responder pelos seus atos. Nunca teve ninguém que o “acobertasse” e/ou consertasse os seus erros. Seu Cori e Dona Natércia sempre ensinaram que os filhos procurassem fazer o que é correto e de acordo com a sua consciência. O sentimento de profunda responsabilidade sempre esteve presente na sua vida.

Percebia que os estudos o levariam bem mais longe e foi nisso que apostou, apesar de considerar que foi um aluno que “apenas” dava conta das coisas. Sabia da sua responsabilidade e acha que “sempre estudou o suficiente”. A adolescência foi marcada pelo esforço em estudar e, em 1977, passa no vestibular da UFPB, para o curso de Farmácia.

Período universitário e início da atuação político-estudantil

Ricardo Coutinho ingressa no curso de Farmácia da UFPB no ano de 1978. O período era de término da ditadura militar e o movimento estudantil começava a reaparecer. O olhar curioso e atento do jovem filho de Seu Cori e Dona Natércia começava a lhe revelar uma grande paixão: o interesse por política.

Os Centros Acadêmicos estavam sendo reabertos por todo o país e Ricardo participou da reabertura do Centro Acadêmico do curso de Farmácia da UFPB em 1980. E foi assim que ele começou a se interessar por política, ainda de forma tímida, sem se revelar uma liderança no movimento. “Nesse período eu gostava mesmo era de observar. Participava de tudo, mas queria aprender com aqueles que estavam na luta”, conta.

Período sindical e início da atuação político-partidária

Assim que se formou, Ricardo fez um concurso público para ser farmacêutico do Hospital Universitário. Estudos e dedicação lhe rendem a aprovação e ele passafazer parte do quadro de servidores da UFPB.

Logo que inicia o novo trabalho passa a ter contato com a Associação dos Funcionários da Universidade Federal da Paraíba, que foi o embrião do Sintesp-PB. Ele ajudou nas articulações e até fez parte de uma chapa, mas ainda não tinha despontado como liderança sindical.

Foi então que em 1984, aos 24 anos, o destino levou Ricardo para o acontecimento que iria mudar de vez sua forma de fazer política. Neste ano, o Ministério da Educação (MEC) estava oferecendo um curso de especialização para farmacêuticos de Hospitais Universtários de todo país. Existiam apenas 25 vagas e a UFPB escolheu Ricardo Coutinho para Logo o escolhem para fazer um curso de especialização na área de Farmácia Hospitalar Em 1984, com 24 anos, Ricardo começa a especialização no Rio de Janeiro. Na semana em que chega, acontece o comício das Diretas Já, na Candelária. Ele foi ao comício e lembra que Brizola mandou liberar as catracas dos ônibus para que todos pudessem participar.

Ricardo começou a militar nos movimentos sindicais mesmo no Rio de Janeiro. No movimento de funcionários do Rio, conheceu pessoas e ideias que o absorveram completamente. Foi, como ele diz, “o encontro de gente com política”. Ele participou intensamente do movimentos em torno da criação da CUT, das lutas populares, da recomposição dos salários, e da busca pela democracia e controle social.

Quando volta à Paraíba, em 1985, implanta a modernização da farmácia hospitalar na UFPB e volta para o movimento sindical. É quando assume a presidência do Sindicato dos Farmacêuticos. Chegou com a ideia de juntar as categorias de saúde para que pudessem enxergar as necessidades de todos. É assim que, em 1990, surge o SindSaúde. Neste ano, foi dirigente da CUT (na área de comunicação do movimento) e foi candidato a deputado estadual pelo PT. Mesmo na havendo chance de vitória, a votação daquela disputa surpreendeu. Considera que foram anos muito valiosos para o seu aprendizado. Ficou na presidência do Sindicato dos Farmacêuticos até 1991.

Em 1992, candidata-se a vereador pelo PT e vence as eleições com 1.381 votos. Nesse momento, pensou em como enfrentaria uma tribuna, já que considerava que não tinha a oratória adequada a um político: não falava regrado e dizia aquilo que pensava. Ele acreditava que só possuía a ideia e o sentido e a responsabilidade da representação da categoria que o elegeu. No final das contas, o que importou foi a vontade de ser um canal de expressão dos movimentos sociais organizados. Foi reeleito em 1996, com o maior número de votos do pleito: 6.917.

Depois de seis anos atuando na Câmara Municipal, candidata-se, em 1998, a deputado estadual e vence. É o candidato mais votado em João Pessoa e obteve em todo o Estado 25.388 votos. Na Assembléia Legislativa, foi o presidente da Comissão de Saúde em dois mandatos. É reeleito deputado estadual em 2002 com 47.912 votos, e torna-se o mais votado do pleito daquele ano. Em 2003, por problemas internos no PT, deixa o partido e ingressa no PSB.

Período das duas gestões como prefeito até o momento atual

Na gestão de Ricardo Coutinho à frente da Prefeitura de João Pessoa (de 2005 a março de 2010), a cidade tornou-se referência de dinamismo, desenvolvimento e ótimo lugar pra se viver. Ele ganhou muitos prêmios pela sua atuação como prefeito e promoveu áreas que necessitam de atenção e trabalho sério. Conseguiu muitos resultados positivos, alguns até surpreendentes, mas não descansa. Orienta e sugere que pontos precisam ser priorizados em qualquer espaço que esteja atuando.
Como prefeito, foi responsável e veloz. Tinha pressa em resolver os muitos e enormes problemas que encontrou ao assumir em 2005. Seu nome virou sinônimo de trabalho duro, constante e sério. Não descansava.

No ano que assume a prefeitura pela primeira vez, recebe o título de Administrador Público do ano, conferido pelo Sindicato dos Administradores da Paraíba (Sinap) e pela Federação Brasileira dos Administradores (Febrad) e o de Prefeito Amigo da Criança (2005-2006). No ano seguinte, é premiado, em nível regional, como “Prefeito Empreendedor” (2006), concedido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pela criação do Programa Municipal de Apoio aos Pequenos Negócios (Empreender-JP). Além destes, recebe também o título de Administrador Público do ano, conferido pelo Sindicato dos Administradores da Paraíba (Sinap) e pela Federação Brasileira dos Administradores (Febrad).

No ano de 2007, recebe o prêmio “Excelência Administrativa do Nordeste”, eleito como o melhor prefeito do Nordeste neste ano. Ricardo Coutinho, também ficou no ranking dos cinco melhores prefeitos do País. Ainda neste ano, recebe outros prêmios, tais quais: ‘Gestão democrática voltada para o desenvolvimento sustentável’, conferido pela Fundação Mundial Harmonia, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU); “Prefeito Amigo da Criança” (2007-2008); e ‘10 Melhores Práticas de Gestão para o Desenvolvimento Humano na América Latina e Caribe’, conferido pela Fundação Habitat, com sede na Colômbia, pelo projeto “Operação Respeito”, que conseguiu reduzir o consumo de água nos órgãos municipais.

Em 2008, reelege-se prefeito da capital paraibana em 1º turno, obtendo uma expressiva votação de 262.041 votos (73,85% dos votos válidos) e, neste mesmo ano, recebe o prêmio ‘Municípios mais Dinâmicos do Brasil’, conferido pelo jornal paulista Gazeta Mercantil às 27 cidades que alcançaram melhor desempenho e potencial de crescimento.

Neste ano, Ricardo renuncia ao cargo de prefeito em 31 de março para concorrer às eleições estaduais de 2010 como candidato a governador.
Durante a sua atuação na prefeitura realizou, na área de emprego e renda, a formatação e implantação do Programa de Apoio aos Pequenos Negócios (Empreender-JP), em abril de 2005. Nesses quatro anos de existência, foram investidos quase R$ 18 milhões, beneficiando mais de 8 mil pessoas. Atualmente, 22,5 mil pessoas estão inscritas no programa.

Na saúde, Ricardo conseguiu mudar o quadro da saúde pública na capital. Construiu, reformou e ampliou hospitais e PSF’s; intensificou o nº de atendimentos em procedimentos básicos de odontologia; aumentou em 32,2% a oferta de consultas especializadas; ampliou em 63,8% a oferta de atendimento em média complexidade e 60,7% de alta complexidade; implantou 6 Farmácias Populares; reduziu as mortes por acidentes de trânsito; além de criar, em 2007, o Centro de Atenção Integral da Saúde do Idoso (Caisi), pela necessidade de atender a população dessa faixa que mora em João Pessoa, capital nordestina com maior número de idosos.

Para infraestrutura e urbanização, a gestão de Ricardo Coutinho foi uma verdadeira revolução. Em 5 anos de atuação, duplicou a avenida Pedro II e construiu uma passarela para pedestres; construiu nove praças padronizadas e reformou/recuperou mais de 50 praças; construiu o Terminal de Integração dos Transportes Urbanos, em abril de 2005, implantou a integração temporal dos ônibus, com a integração da bilhetagem eletrônica, em janeiro de 2007, e implantou o sistema de integração metropolitana, em 2009; construiu e recuperou 14 campos de futebol da capital; construiu 15 quilômetros de ciclovia; construiu as alças viárias de acesso à Avenida Beira Rio; executou obras de esgotamento sanitário por toda a cidade, totalizando 75 mil metros de rede de esgoto instalada e 9.176 famílias beneficiadas; construção de estações elevatórias nos bairros da Ilha do Bispo e Alto do Mateus; por meio do Programa de Erradicação de Palafitas e Urbanização Integrada, realizou Urbanização Integrada do Alto do Céu, em Mandacaru, e pavimentou 77 ruas nessa área; urbanizou o centro da cidade de João Pessoa; implantou 850 abrigos de ônibus coletivos, o que equivale a substituição de 70% do total existente; removeu o comércio irregular das áreas públicas e construiu o Centro Comercial de Passagem e o Centro de Serviços e do Centro de Comércio do Varadouro para realocar os ambulantes; reformou e revitalizou a Feirinha de Tambaú e do Mercado do Peixe; reformou o Mercado Central de João Pessoa; fez drenagem, pavimentação de trechos de nove ruas transversais e mais 12 ruas no Bessa, calçadão, estacionamento e iluminação ornamental no bairro; pavimentou e drenou (com asfalto) 103.092 metros quadrados de ruas da Capital, com investimento de R$ 18,3 milhões; pavimentou e drenou (com paralelepípedo) 120 ruas, com investimento de R$ 10,6 milhões; fez recapeamento asfáltico em 358.354 metros quadrados, com investimento de R$ 9,9 milhões; e investiu em iluminação R$ 7.153.947,78, distribuídos em iluminação ornamental, convencional, em praças e semafórica.

No campo da habitação, a gestão de Ricardo já entregou 5 mil casas, superando todos os investimentos em moradia popular na última década. Um dos seus maiores orgulhos e emoção é a criação do mais completo conjunto habitacional construído no governo Lula, o Gervásio Maia, que possui cerca de 1.336 moradias e é dotado de infraestrutura de saneamento básico, drenagem, pavimentação, além de uma escola, uma creche, uma Unidade de Saúde da Família e uma praça pública. O conjunto tem casas adaptadas às pessoas portadoras de necessidades especiais. O investimento no conjunto habitacional e em equipamentos comunitários foi de R$ 24 milhões, dos governos federal e municipal, sendo quase R$ 10 milhões da Prefeitura de João Pessoa.

Para alavancar a educação na cidade, foram construídas oito escolas e 105, entre escolas e Creis, foram reformadas. Também foram construídos 10 Centros de Referência da Educação Infantil (Crei) – antigas creches, e 23 ginásios de esportes. Foram implantados os programas Mais Educação, Ciranda Curricular, Escola Aberta e Xadrez nas Escolas. Foi criado o Prêmio Escola Nota 10, para incentivar o aprendizado nas escolas e também reconhecer o trabalho desenvolvido pelos trabalhadores da educação. Um concurso público foi realizado para a área de Educação, com a criação de 991 vagas, além de realizar a regularização dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) com o município.

A área de esportes e lazer ganhou academias de ginástica nas praças. Foram implantadas 30 dessas academias em praças de João Pessoa. Seis estão em funcionamento. O investimento foi de R$ 22 mil por cada conjunto de equipamento. Além disso, vários projetos foram implantados, visando fortalecer a política de desenvolvimento do esporte em João Pessoa, a exemplo de: “Basquete do Futuro”, com estímulo à prática do basquete, com a implantação de escolinha de basquete e 200 jovens cadastrados no ginásio Odilon Ribeiro Coutinho (bairro do Valentina); “Ginastica Ritmica Desportiva” – projeto que reúne cerca de 150 crianças no ginásio Odilon Ribeiro (Valentina); “Viva Vôlei” – incentivo à prática do vôlei no ginásio Hermes Taurino (bairro de Mangabeira), beneficiando cerca de 100 jovens; escolinhas de futebol nos 11 campos de futebol inaugurados, beneficiando cerca de 1000 jovens; apoio aos Portadores de Deficiência Física, viabilizando infra-estrutura para a prática do basquete em cadeira de rodas com equipes disputando torneios regionais e nacionais; “Programa Vida Saudável”, onde professores orientam a comunidade em 14 praças da Grande João Pessoa com exercícios de alongamentos, flexibilidade, prevenção e recuperação – mais de 10 mil pessoas são beneficiadas pela atividade; e escolinha de skate, que funciona da Skate Plaza de Manaíra e é considerada uma das mais modernas na América Latina – possui cerca de 90 alunos matriculados.

Para o incentivo da multidisciplinaridade na educação e já entrando no campo da ciência e tecnologia, foi construída a Estação Ciência, Cultura e Arte, em parceria com o Governo Federal. Foram criadas, também, 26 estações digitais, com cerca de 3 mil pessoas já capacitadas em cursos básicos de informática, e uma média de 1,2 mil usuários por mês, em cada Estação Digital, que utilizam o acesso livre à internet. O Jampa Digital, projeto de acesso à Internet sem fio e gratuita, está disponível em 14 pontos, incluindo as praças de João Pessoa. Na primeira etapa, o sinal foi implantado na Orla da Capital, incluindo a Estação Cabo Branco. A segunda etapa começou pela praça do Coqueiral em Mangabeira. Foram investidos R$ 27 milhões neste projeto.

Na área de desenvolvimento social, foram criados:

* Sistema de Acolhida e Atenção Integral à Criança e Adolescente em Situação de Risco e de Rua, com a implantação de Casas de Acolhida, Casa de Passagem, Centro de Formação Margarida Pereira, do Circo Escola e a reestruturação dos abrigos em Casas-Lares, transformando-os em espaços humanizados de convivência social.

* Três novos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e reestruturação dos outros cinco que já existiam,

* A implantação do Banco de Alimentos, inaugurado em dezembro de 2007, através de uma parceria com o Governo Federal, atende 96 entidades cadastradas pelas Sedes e beneficia cerca de 70.000 pessoas, tendo doado mais de 170 toneladas de alimentos.

A partir de 2006, o Dia de Brincar, para comemorar o Dia da Criança, promovendo ações ludo-pedagógicas e a distribuição de brindes e lanches. O evento reúne cerca de 30 mil participantes em cada evento.

* A reestruturação da equipe técnica e do monitoramento do Cadastro Único (CadÚnico) e do Programa Bolsa Família. Em 2009, mais de 56 mil e 896 famílias passaram a receber o benefício em João Pessoa. Até o final de 2009, existiam cerca de 75 mil famílias cadastradas no CadÚnico, cuja inscrição é diária.

* O Disque Denúncia 0800 282 7969.

* A elaboração e implementação do Plano Municipal de Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual contra crianças e adolescentes, numa ação intersetorial pactuada entre o governo e a sociedade civil.

* A criação do Código de Conduta do Turismo Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em parceria com o Ministério Público o Trabalho.

* A Casa de Acolhida para Adultos, que acolhe adultos em situação de rua, construindo possibilidades para geração de trabalho e renda, garantindo assim a reinserção social. Tem capacidade para 30 acolhimentos, oferecendo proteção, segurança e higienização. Também serve refeições diárias a trabalhadores informais cadastrados pela Sedes.

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