Repórter recebe repúdio de sindicato após chamar mobilização na UFPB de baderna

O repórter Gustavo Chaves, da TV Arapuan de João Pessoa, está no centro de uma polêmica desde que discutiu, ao vivo, com integrantes de um acampamento instalado na Universidade Federal da Paraíba em protesto à nomeação do reitor Valdiney Veloso, último colocado na lista tríplice composta pela consulta à comunidade acadêmica. A postura de Gustavo recebeu uma nota de repúdio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba.

O texto distribuído pela entidade afirma que o comportamento de Gustavo foi antiético e desrespeitoso: “Para os telespectadores que assistiram ao programa Cidade em Ação, a matéria estava mais para um debate entre quem era contra ou a favor da nomeação do professor Valdiney Veloso do que para uma reportagem, dando a entender que o entrevistador foi para o local mais para se confrontar com o movimento estudantil do que para saber o porquê e as razões da ocupação”.

Em sua participação ao vivo no Cidade em Ação, Gustavo admitiu que não é graduado em Jornalismo. Ao tomar conhecimento da nota de repúdio, reagiu dizendo que o sindicato não o representa. “Eu Gustavo Emanoel Chaves Hermínio reforço que esse sindicato não me representa e que por mais que tentem me calar jamais irei, estarei do lado do povo e da verdade, ainda existe uma imprensa que não comunga com o errado. Um forte abraço aos demais e estou à disposição!”.

Confira no vídeo a participação de Gustavo no programa Cidade em Ação que originou a controvérsia com o sindicato:

9 comentários

  • Hudson
    10:14

    Eu estudei em uma universidade federal, UFMG, essa mobilização parte sempre do “reduto de humanas”…e sempre é uma baderna. E olha que meu curso foi em humanas…escola lixo a tal FAFICH.

  • Matheus
    10:14

    Faltou argumento para os dois entrevistados, que democracia é essa que eles pedem? E querem expulsar a imprensa? O “advogado” certamente teria vergonha ao ver esse vídeo. Protesto e manifestação são válidos, mas sem violência, sem depredação, sem atrapalhar o direito de ir e vir das pessoas.

  • Sergio Luisa de assis
    10:14

    Bando de baderneiros , estudar ninguém quer , o que querem é comer , berber e usar drogas as custas do governo , vão trabalhar cambada de vagabundos , parabéns ao repórter Gustavo chaves, por ter coragem de mostrar a verdade

  • Gerusa Pontes
    10:14

    Esse sindicato deveria defender a classe e a liberdade de expressão e não o contrário!! Isso é vergonhoso para um sindicato. Eu assisti a reportagem e não concordo com as alegações do sindicato, e mais interessante é que essa semana a polícia federal encontrou drogas na casa dos estudantes aqui na Diogo Velho, e aí quem tem razão!!! Faça me o favor isso é uma palhaçada com a sociedade!

  • Louracy
    10:14

    É advogado, formado( diz ser} e não sabe se expressar e nem defender o que realmente é para defender, jogar ovos e Pixar prédios não é baderna? Estudo é isso? Não é porque você tem um diploma que é melhor que o outro, o melhor vocês não querem, que é estudar, querem fazer protesto? Beleza, façam como se é para fazer e não essa baderna que eu vejo vocês fazerem.

  • Alexandra Hercilia
    10:14

    de quebra ofendeu todas as mulheres:
    “se eu tivesse medo de fazer reportagem aqui eu usava saias”…, ou seja, nos chamou de medrosas… medroso, covarde são pessoas da sua estirpe que deturpavam a verdade e jogam do lado do inimigo por um mísero salário e fama!

  • VITOR Oliveira
    10:14

    Lamentável a postura do programa “CIDADE EM (DIFAM)AÇÃO!”

  • Vina Pereira
    10:14

    Repórter idiota. Não foi fazer uma reportagem foi simplesmente corroborar com o ato ditatorial do presidente. Por isso nem escuto e vejo esse tipo de programa. Falta ética, verdade e imparcialidade. Isso é lá um repórter, pode ser um locutor de loja e dos ruins. Quanta desqualificação hem Arapuã?

  • Janilde Guedes
    10:14

    Com certeza esse , dito repórter, não frequentou a universidade. Ele deveria ler sobre a autonomia universitária e a cátedra das IES e IF. O sindicato Não o representa porque ele está “à margem de”. Se Não faz parte da classe ndo deveria nem ocupar esse lugar. O povo que ele se refere deve ser os 5% que votou num interventor. #forainterventor e os estudantes não estão só, a luta é de todos que lutamos pela democracia e autonomia universitária assegurada pelo Art. 207 da Constituição Federal de 88. O senhor deveria fazer uma reportagem sobre as dispensas de pessoas capacitadas e trocadas por qualquer outra, exemplo a Inova que o interventor joga no lixo todo um processo de patentes que deu a UFPB o título de primeiro lugar do
    Nordeste.

Comentários

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