A morte do jornalista e escritor Biu Ramos deixou a Paraíba triste. Ele faleceu na noite deste sábado, 28, no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, onde estava internado para tratamento de uma pneumonia. O sepultamento acontece às 14 horas deste domingo no Cemitério Parque das Acácias, no José Américo. O velório começou à meia-noite na Assembleia Legislativa da Paraíba.
Confira algumas notas de pesar emitidas pelo falecimento de Biu Ramos:
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do jornalista e escritor Biu Ramos. Na noite deste sábado, o jornalismo paraibano perdeu um ícone, um referencial e um exemplo de competência, vocação, correção e ética.
Biu Ramos, de família humilde, venceu na vida por seu talento nato para contar histórias, o que ele fazia com maestria, seja nas reportagens como também em narrativas mais longas que preencheriam livros. Ele deixará muitas saudades, mas também uma mensagem para toda a categoria: “A principal arma do jornalista é a ética. Um jornalista sem ética é como um cantor sem voz; ele fracassa; ninguém dá crédito a ele. Um jornalista sem crédito não tem como prosperar na profissão. Ele fracassa porque é o tipo da pessoa que diz uma coisa e ninguém acredita”.
A Diretoria
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A Assembleia Legislativa da Paraíba externa profundo pesar pelo falecimento do jornalista e escritor Severino Ramos, neste sábado (28), aos 79 anos, em João Pessoa.
Ao longo da sua vida, Biu Ramos foi um profissional de grande projeção, autor de livros e reportagens que marcaram época na imprensa e que deixaram seu registro na história da Paraíba.
“É com imensa a tristeza que recebemos a notícia da partida de Biu Ramos. Jornalista talentoso, de escrita profunda, deixa um legado de ética e compromisso com a verdade. Neste momento de profunda dor nos solidarizamos com parentes e amigos”.
Gervásio Maia
Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba
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A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) lamenta a morte do profissional de imprensa que se tornou exemplo para várias gerações. Severino (Biu) Ramos nasceu em Santa Rita e ingressou no jornalismo aos 17 anos se destacando pelos textos impecáveis e pela personalidade altiva e marcante, traçando uma trajetória que orgulhou o nosso Estado.
Biu Ramos foi um dos nomes mais brilhantes nas redações dos principais jornais do Estado e do País, se destacando também na literatura política e em revistas de circulação nacional.
Que Deus abençoe e conforte o coração dos amigos e familiares neste momento de dor e tristeza.
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O senador Cássio Cunha Lima comentou, com pesar, a morte do jornalista Severino (Biu) Ramos, ocorrida neste sábado (28), no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa.
Procurador, colunista político, correspondente da Folha de São Paulo e do Jornal do Brasil, superintendente de A União e da rádio Tabajara, presidente da API, secretário estadual de Cultura.
“Culto, preparado, inteligência acima da média, visão crítica de mundo e detentor de texto irreparável, o jornalista e escritor Severino Ramos sempre foi, na gênese, na acepção maior, um repórter. Um grande repórter, um dos maiores repórteres da Paraíba, que escreveu todos os capítulos da vida com talento, coragem e estilo inconfundíveis. É um dia de luto, de perda e de saudade. A minha solidariedade, neste momento de dor, aos familiares, aos amigos e aos leitores, admiradores, como eu, da ‘pena cirúrgica’ de Biu Ramos. Com a sua morte, a legenda do jornalismo da Paraíba é a manchete do jornal paraibano” – lamentou Cássio.
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NOTA DE PESAR
O pré-candidato ao Governo do Estado, Lucélio Cartaxo (PV), lamentou a morte do jornalista paraibano Biu Ramos, falecido na noite deste sábado (28) em João Pessoa.
“Biu Ramos faz parte da história do nosso Estado, sendo um dos principais nomes da imprensa paraibana. Foi com muita tristeza que recebi a notícia do seu falecimento. Aos familiares e amigos, meus sinceros sentimentos”.
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O prefeito Romero Rodrigues, de Campina Grande disse que Biu Ramos foi, durante décadas, uma referência obrigatória para muitas gerações de profissionais da comunicação na Paraíba, porque soube ocupar praticamente todas as posições do jornalismo com muita eficiência, originalidade e ética.
Natural de Santa Rita e filho de operário, Biu Ramos começou a carreira de jornalista aos 17 anos de idade e não demorou para se destacar na carreira, sempre ultrapassando as barreiras de preconceito racial e até mesmo por suas limitações físicas.
Romero lembra que o jornalista, que também ingressou na área literária, chegou a trabalhar em emissoras de rádio e em jornais impressos, sendo o primeiro correspondente em João Pessoa do Jornal do Brasil, entre os anos de 1965 e 1975. Respeitado e sempre dizendo-se um eterno repórter, Biu Ramos também foi também da Folha de São Paulo e das revistas Veja e Realidade e o primeiro diretor sucursal do Diário de Pernambuco na capital paraibana, além de ter exercido cargos de direção na Secretaria de Comunicação do Estado, no jornal A União e Rádio Tabajara.
Biu Ramos era casado e deixou cinco filhos, sendo três do primeiro casamento e dois do segundo. O corpo do jornalista está sendo velado na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e o enterro está previsto para acontecer às 14h deste domingo (29) no Cemitério Parque das Acácias.
