Família de rapaz morto ao sair para vender moto em julho de 2018 quer prisão de foragido

Já se passaram sete meses desde o homicídio de Clodoaldo Filho, de 32 anos. O homem saiu de casa, no dia 10 de julho de 2017, em direção a Santa Rita, na Grande João Pessoa, para vender uma moto e não voltou mais. No dia 18 do mesmo mês o corpo dele foi encontrado em estado de decomposição no município de Pedras de Fogo, Litoral Sul da Paraíba.

A investigações da Polícia Civil levaram a apontar dois homens suspeitos de envolvimento no homicídio. Um deles foi preso e identificado como Diego Alves Matias. A polícia encontrou o celular da vítima com ele. Já o segundo apontado segue foragido e se chama Francielmo Eder da Silva. Contra ele há um mandado de prisão a ser cumprido.

O estudante de Direito era filho do radialista Clodoaldo Oliveira. A família está em busca de justiça e torcendo pela prisão de Francielmo.

O pai relatou, na época do crime, que Clodoaldo Filho trabalhava como motorista por aplicativo e tinha deixado o carro em casa para ir negociar a venda da moto em Santa Rita, quando desapareceu. Ele também conta que não houve nenhum motivo na família para o desaparecimento do rapaz.

O estudante e motorista por aplicativo havia ligado para a esposa, após ir negociar a venda da moto, avisando que estava retornando para casa, mas sumiu. Agora os familiares querem justiça pela morte dele.

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