Procon dá dicas para compra segura na internet nas promoções do Black Friday

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O comércio já está em clima de Black Friday, tanto as lojas físicas quanto as virtuais. Para deixar o consumidor mais seguro na hora das compras através da internet, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor está divulgando orientações específicas para as transações em sites e também disponibiliza a relação de lojas virtuais não recomendáveis no proconjp.pb.gov.br.

A primeira dica é que o consumidor só deve adquirir produtos em sites de compras devidamente registrados (CNPJ, endereço e telefone de contato) e com procedência no mercado. De acordo com o secretário Helton Renê, outra orientação importante é quanto ao cadastro do consumidor em sites de compras de sua confiança. “Quem se cadastra em lojas virtuais, passa a receber, inclusive, via email, dicas de promoções e de valores, o que pode se tornar um parâmetro para o orçamento”, ressalta.

Ele acrescenta que “além disso, aconselhamos que as pessoas não façam transações em redes sociais, como whatsapp, facebook e instagram, porque, via de regra, esses espaços não têm registro, não emitem nota fiscal e deixam o consumidor descoberto caso surja algum problema. Se não há documento da compra, como poderá abrir uma reclamação, por exemplo, no Procon-JP?”, questiona o secretário.

Maquiagem – Outra orientação do titular do Procon-JP é quanto a maquiagem nos preços durante essa mega promoção. “O consumidor deve ficar atento para os preços anteriores à época do Black Friday, que agora não se resume em apenas um dia e, sim, em semanas. Verifique se o valor do produto sofreu mesmo redução em relação a, no mínimo, quinze dias”, explica Helton Renê.

Devolução  No que se refere à devolução de mercadorias em compras pela internet, o prazo é de sete dias, contados a partir do recebimento do produto. O consumidor também pode escolher a restituição do valor ao invés da troca do produto. “Outro ponto a ser considerado é quanto aos prazos de entrega, que deve ser obedecido pelo fornecedor. Se tiver dúvidas, a pessoa deve procurar os órgãos de defesa do consumidor”, orienta o secretário.

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