Vital prevê que chapa majoritária do PMDB pode sair em uma semana

O senador Vital Filho (PMDB) negou hoje que haja dificuldades no fechamento na aliança com o PT por causa da ausência de nomes competitivos entre os petistas para concorrer ao Senado. Em entrevista concedida ao programa Tambaú Debate, da Nova Tambaú FM, ele revelou ter mantido na noite de ontem e até a madrugada de hoje uma reunião com representantes de vários partidos para afinar detalhes da composição da chapa encabeçada por seu irmão, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB).
 
– O PT tem nomes importantes e que adensam a chapa. Estamos buscando nomes que não sejam por imposição, mas por sentimento de vestir a camisa e vencer. Segunda-feira vamos nos reunir. Ontem, tivemos uma reunião muito importante com vários partidos e estamos com a chapa majoritária esboçada, mas não estamos ainda em campanha. Avançamos muito e no fim da próxima semana teremos condições de ter os nomes com muita clareza.
 
Para o senador, o terceiro lugar em que figura Veneziano Vital nas pesquisas se dá pelo fato dele ser o menos conhecido do eleitorado entre os candidatos ao Governo da Paraíba (Cássio Cunha Lima e Ricardo Coutinho são os dois primeiros):
 
– Veneziano é o menos conhecido entre os candidatos. Apenas 36% da população paraibana conhecem Veneziano Vital do Rêgo. Ele atuava em Campina Grande e no máximo no compartimento da Borborema. Agora, ele está trabalhando, se expondo e visitando as cidades com as plenárias do PMDB, mas a campanha não começou ainda. Quando ela começar, esse quadro exposto pelas pesquisas vai mudar muito.
 
Vital ainda comentou as críticas feitas a ele e ao irmão, Veneziano, pelo deputado Benjamin Maranhão e pelo ex-senador Wilson Santiago, que deixaram o PMDB alegando problemas de diálogo com os filhos de Nilda Gondim.
 
– Diálogo nunca é excessivo. Ele é fundamental e isso Veneziano Vital faz com muita propriedade. O deputado Benjamin Maranhão é um companheiro correto a quem quero muito bem. Wilson Santiago e o filho dele saíram do partido e fizemos um gesto incomum de não ir atrás do mandato deles, apesar de ter havido infidelidade partidária. Isso mostra que entendemos a necessidade de agregar e unir.

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