Vereadora de João Pessoa critica “passaporte sanitário”: “É o novo apartheid”

A vice-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereadora Eliza Virgínia (PP), disse, na tarde desta terça-feira (21), ser contra a exigência do passaporte sanitário e da vacina contra o novo coronavírus. Eliza criticou também os gestores que estão obrigando servidores públicos a apresentarem o cartão de vacinação, com a ameaça de exoneração para quem não apresentar.

“Entendemos que a exigência de um documento como este para acesso a locais públicos e privados é absolutamente inconstitucional, pois viola a liberdade de locomoção, que é um direito individual protegido por cláusulas pétreas da constituição. Além disso, existem pessoas que não podem tomar vacina, por exemplo, tem alergia, ou tem alguma comorbidade. A legislação civil, hoje, nosso código civil garante que ninguém poderá ser constrangido ou submeter-se a tratamento médico que coloque a sua vida em risco. Com o passaporte sanitário teremos um novo apartheid entre os não vacinados e vacinados””, disse a parlamentar

Ainda segundo Eliza, tomar as duas doses da vacina não garante que a pessoa não possa ter novamente a Covid. “Já está provado que mesmo que a pessoa tenha tomado a vacina, ela pode ter a doença. Então, se eu for entrar em um local, mostrar meu passaporte, eu entro mesmo estando com Covid e uma pessoa que não tomou a vacina, que esteja sã, que não esteja com covid, não entra. Isso é um equívoco muito grande, um absurdo e eu sou contra”, enfatizou.

2 comentários

  • Bay
    14:14

    Parabéns vereadora Elisa.
    Os vacinados são responsáveis pela variante Delta, pois foi o contato com a vacina que ocasionou a mutação do vírus.
    Vacinados transmitem a doença também, estão apenas injetando um experimento no corpo que está matando muitos.

  • LUIS EVANDRO SANTOS DE SA
    14:14

    Essa senhora não tem ideia da ofensa que dirige ao povo sul-africano ao fazer tal comparação. Demonstra a sua completa ignorância do que significou o apartheid para a população negra sul-africana assim como o seu obscurantismo e o seu negacionismo não permitem que ela tenha ideia do que seja uma política de saúde pública.
    Deveria ser privada da sua liberdade de sair às ruas, considerando o crime que comete contra a saúde da população de João Pessoa.
    Assim como sofrer um processo de cassação de seu mandato para que volte para o LIXO da história, de onde nunca deveria ter saído.

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