UFPB suspende expediente depois das 12h por causa de paralisação das polícias

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

A Universidade Federal da Paraíba resolveu decretar ponto facultativo a partir das 12 horas desta quarta-feira, 19. A decisão foi tomada durante uma reunião do Consuni realizada pela manhã e foi motivada pelo anúncio de paralisação das polícias civil e militar da Paraíba, além do Corpo de Bombeiros. As categorias realizam uma assembleia ao meio dia e anunciaram que vão paralisar as atividades por 12 horas.

O motivo da mobilização é a busca por melhores salários. O Governo do Estado tinha uma reunião ontem com representantes do movimento, mas pediu um prazo extra para oferecer uma contraproposta aos profissionais de segurança. A dilatação foi negada.

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027

tre-pb

TRE-PB reúne forças de segurança para planejamento integrado das eleições

lucasseds

Lucas Ribeiro apresenta resultados da Segurança e inicia Operação S. João após queda de 55% da violência letal em Campina

leopsb

Leo Bezerra questiona João sobre postura do PSB, que lhe faz oposição

TRESDONORDESTE

Programação do Arraiá Mangabeira segue nesta quinta com show gratuito de “Os 3 do Nordeste”

csm_policia_civil_paraiba_joao_pessoa_23_f2d6c68b06

Polícia Civil prende investigados por estupro de vulnerável praticado no Mercado Central de João Pessoa