TRE-PB sorteia urnas que serão auditadas para verificação de segurança do voto; confira a lista

O presidente da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica, juiz José Ferreira Ramos Júnior, realizou, neste sábado (14), na sala de sessões do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), a cerimônia de sorteio de seis Seções Eleitorais cujas urnas eletrônicas serão submetidas a procedimentos de auditoria, previsto nos arts. 55 e 56 da Resolução nº 23.603/2019 do Tribunal Superior Eleitoral.

As três primeiras seções sorteadas serão auditadas em João Pessoa para verificação do funcionamento das urnas sob condições normais de uso (Votação Paralela) e as demais serão auditadas em suas respectivas seções, para verificação da autenticidade e integridade dos sistemas instalados.

No domingo, 15 de novembro, dia das Eleições, as urnas sorteadas serão submetidas aos respectivos procedimentos de auditoria.

Foram sorteadas para auditoria no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), em João Pessoa:

  • urna da seção 267, da 1ª zona eleitoral, em João Pessoa, na Faculdade Asper, bairro Pedro Gondim;
  • urna da seção 01, da 68ª zona eleitoral, em Cachoeira dos Índios, na Escola Municipal Maria Cândido de Oliveira;
  • urna da seção 68, da 60ª zona eleitoral, em Lagoa de Dentro, na Escola Governador Ivan Bichara.

Também foram sorteadas para auditoria na própria seção:

  • urna da seção 98, da 33ª zona eleitoral, em São José de Caiana, na Escola Municipal Amelina Alves Leite;
  • urna da seção 44, da 34ª zona eleitoral, no município de Manaíra, na Escola Estadual Sebastião Dino;
  • urna da seção 30, da 30ª zona eleitoral, em Cacimbas, na Escola Municipal Vereador Manoel de Almeida.

A auditoria de urnas eletrônicas é um procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral desde 2002 com o objetivo de testar a segurança na captação e contabilização do voto pela urna eletrônica.

A auditoria das urnas eletrônicas sob condições normais de uso (Votação Paralela), que acontecerá nas urnas das três primeiras seções sorteadas, consiste em realizar uma votação paralelamente à votação oficial, a fim de comprovar que o voto digitado pelo eleitor na urna eletrônica é exatamente o mesmo que foi escrito em uma cédula de papel e em um terminal de apuração independente. Tudo é feito em ambiente filmado e fiscalizado.

Todos os procedimentos são abertos ao público.

 

 

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