SindsprevPB mobiliza servidores para adesão à greve e vai a agências da previdência social na capital

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O Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Previdência e Trabalho do Estado da Paraíba (SindsprevPB) mobilizou, na manhã desta quinta-feira (24), os servidores do INSS para fazer visitas nas agências da previdência social (APS) de João Pessoa. O movimento teve início na Gerência Executiva do INSS em JP (GEX JP), onde foi realizada uma rápida reunião com os servidores, que aderiram ao estado de greve.

Nesta sexta (25), a partir das 6h30, haverá um ato público em frente à APS Centro, no Parque Solon de Lucena. À noite será realizada uma assembleia geral virtual, às 19h, com a categoria para avaliar o estado de greve e tirar novos encaminhamentos.

Reivindicações – O indicativo de greve segue o movimento nacional dos servidores públicos federal que visa pressionar o governo pela recomposição salarial de 19,99%, melhoria das condições de trabalho, realização de concurso público, valorização das carreiras dos servidores, arquivamento definitivo da reforma administrativa (PEC 32) e revogação da Emenda Constitucional nº 95/2016.

Operação Apagão – No INSS, os servidores estão fazendo a operação Apagão. Ou seja, os que estão em trabalho remoto mantém os computadores desligados e os que estão em atendimento não acessam o sistema, somente informam a população sobre o objetivo do estado de greve. “Essa operação Apagão começou na quarta-feira e vai até esta sexta. Ainda estamos fazendo um balanço para determinar o percentual de adesão dos servidores ao movimento. Vamos fazer uma assembleia geral nesta sexta e acreditamos no fortalecimento desses movimentos nos próximos dias”, afirmou a diretoria do Sindicato.

O apagão serve para denunciar o desmonte que ocorre desde 2016 na instituição.

Segundo o SindsprevPB, a ausência de concursos públicos e parque tecnológico, sistemas obsoletos, cortes consecutivos no orçamento, fechamento de agências e outras situações de descaso, transformaram o INSS em uma autarquia sucateada. A luta ainda é contra os salários congelados, as metas abusivas, um serviço com qualidade, contra o desmonte e sucateamento do instituto, entre outras reivindicações. Também está sendo feito um trabalho de conscientização com os servidores do Ministério da Saúde e do Trabalho para que se engajem na paralisação.

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