Sindicato diz que motorista de van preso por abuso de garoto é clandestino

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O Sindicato dos Transportadores Escolares do Estado da Paraíba (SintescPB) disse nesta quarta-feira (29), em nota, que o motorista da van preso sob suspeita de abuso sexual contra um adolescente não é registrado na entidade, que ele trabalha como clandestino. A nota foi assinada pelo presidente do sindicato, André Sales. (Veja íntegra da nota abaixo).

A Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-jp) também informou que não há registro do suspeito, na Semob, como transportador de estudantes.

O motorista de van escolar Alef dos Santos, de 27 anos, foi preso ontem em João Pessoa acusado de cometer abuso sexual contra um adolescente de 13 anos. A vítima era transportada por ele desde segunda-feira e o pai do garoto notou um comportamento estranho do filho, tendo encontrado no telefone celular dele as mensagens trocadas com o abusador, que prometia R$ 150 pelo ato sexual. O motorista foi até o estacionamento do condomínio em que o estudante mora no Jardim São Paulo e o abuso foi cometido no interior da van.

O suspeito retornou ao mesmo condomínio na noite de ontem com a intenção de encontrar outro adolescente, mas foi surpreendido pelo pai da primeira vítima, que o confrontou. Ele tentou fugir praticando direção perigosa, mas a polícia foi acionada e efetuou a prisão do homem em um depósito de bebidas de propriedade dele em Tambaú.

Segundo o pai do garoto vítima de abuso, a abordagem do motorista está provada nas mensagens de celular trocadas com o estudante. O suspeito foi levado à Central de Polícia e deve passar por audiência de custódia ainda hoje. Contra ele, já existe um processo por armazenamento de imagens de pedofilia.

Confira íntegra da nota do SintescpB:

NOTA

O Sindicato dos Transportadores Escolares do Estado da Paraíba, SintescPB, vem por meio desta esclarecer a imprensa e a população em geral que o envolvido no caso que vem sendo veiculado, trata-se de um transporte CLANDESTINO, inclusive esse é um dos riscos que os pais correm ao contratar um CLANDESTINO.
Pois “NÃO EXISTE ESCOLAR SEM FAIXA AMARELA!”

André Sales
Presidente do SintescPB

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