Servidores da Fundac realizam paralisação de advertência nesta terça

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Todos os servidores e servidoras da Fundac do quadro efetivo do Estado da Paraíba paralisam suas atividades nesta terça-feira (15) por 24 horas num protesto à falta de resposta concreta do Governo do Estado às suas reivindicações.

A paralisação de advertência foi deliberada em assembleia geral da categoria, que inclui agora, também, os agentes socioeducativos concursados, recém empossados e contratados. O protesto foi convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Fundac (Sintac), no dia 1º de junho.

De acordo com o presidente do Sintac, Márcio Phillippe, o objetivo desse protesto de advertência é sensibilizar as autoridades competentes para o atendimento da pauta de reivindicações dos trabalhadores já entregue à nova presidente da Fundac, Waleska Ramalho. “Não estamos exigindo nada demais, apenas o urgente, como oferta da vacina aos profissionais da linha de frente da socioeducação que, inclusive, estão incluídos no Plano Nacional de Imunização, por ser esse serviço considerado essencial. Queremos também uma audiência com o governador para saber como está a tramitação da revisão do nosso PCCR, que desde 2019 que foi dado entrada; aumento do vale-alimentação para R$ 440, já que não temos reajuste há anos, melhoria nas condições de trabalho e fiscalização dos protocolos sanitários com vistas à prevenção da covid-19, implantação do incentivo funcional para os servidores que ainda não estão recebendo, com os respectivos retroativos, além da correção da gratificação do incentivo de 30% sobre a remuneração e mais algumas reivindicações específicas e importantes dos agentes,” explicou.

Ele acrescentou que o Sintac e a categoria estão abertos à negociação e não serão intransigentes, mas caso a Fundac e o Governo do Estado não atendem à pauta, a categoria já aprovou a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir do dia 21 deste mês. “Não temos mais como esperar. A situação dos servidores da Fundac que estão trabalhando nas unidades socioeducativas de todo o Estado exige urgência e um olhar diferenciado do Governo do Estado”, desabafou o presidente do Sintac.

A paralisação de advertência atingirá as unidades socioeducativas de João Pessoa (CEA, CSE e CEJ), Campina Grande (Lar do Garoto) e Sousa (CEA).

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