Renúncia coletiva pode levar Ricardo Coutinho à presidência do PSB da Paraíba

Um movimento interno no PSB da Paraíba pode resolver o impasse que surgiu desde a nomeação do presidente estadual da sigla, Edvaldo Rosas, para a secretaria de Governo de João Azevedo. A articulação consiste em uma renúncia coletiva dos integrantes da executiva estadual que eliminaria o atual presidente. O nome mais cotado para comandar a comissão provisória a ser formada em seguida é do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

O desconforto começou depois que Rosas foi nomeado como auxiliar de João Azevedo. A partir daí, o dirigente teve sua continuidade no partido questionada por algumas lideranças mais próximas do ex-governador Ricardo Coutinho. Como Rosas não sinalizou que iria sair, os chamados “socialistas-raiz” tendem a emplacar uma renúncia coletiva da executiva estadual, fazendo com que o partido tenha que escolher uma comissão provisória e, consequentemente, deixando Edvaldo Rosas de fora do comando partidário.

Pelo que o ParlamentoPB pôde apurar, o desfecho desse caso, ou seja, a renúncia coletiva pode acontecer até o fim desta semana.

Ontem mesmo a deputada estadual Estela Bezerra chegou a dizer em entrevista concedida ao programa Bastidores, da TV Master, que a condução do PSB na Paraíba deveria estar a cargo de algum filiado com dedicação exclusiva, o que não é mais o caso de Rosas, que divide seu tempo entre o partido e a secretaria de Governo.

Renúncia coletiva pode levar Ricardo Coutinho à presidência do PSB da Paraíba

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