Procon CG e Gevisa apreendem mais de seis toneladas de produtos vencidos na Feira da Prata

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

Uma ação integrada envolvendo o Procon de Campina Grande, a Gerência de Vigilância Sanitária e as polícias Civil e Militar culminou com a detenção de um comerciante e a apreensão de mais de seis toneladas de produtos vencidos que estavam sendo comercializados na Feira da Prata. A operação “Feira Legal” ocorreu na manhã deste domingo, 22, em toda a área da Feira da Prata e na circunvizinhança, envolvendo mercadinhos e depósitos.

Segundo Rivaldo Rodrigues, coordenador executivo do Procon, a ação integrada que culminou hoje com essa grande apreensão está se desenvolvendo há mais de dois meses.

“Há mais de 60 dias recebemos da Vigilância Sanitária do município inúmeras denúncias de que havia o comércio de produtos vencidos e adulterados na Feira da Prata. A partir daí o Procon realizou várias diligências no intuito de confirmar se as denúncias eram verdadeiras. Confirmados os indícios, reunimos a Gevisa e as Polícias Militar e Civil para montar essa grande operação. O que chamou a atenção da fiscalização foi a camuflagem, não só da data de vencimento dos produtos comercializados, mas dos comerciantes. Muitas barracas simples tinham por trás grandes depósitos, sortidos com produtos impróprios para o consumo humano. Por isso, além da apreensão de mercadoria, houve também detenções por parte das polícias”, explicou Rivaldo.

Os produtos apreendidos e que ficaram sob custódia da GEVISA serão incinerados e os responsáveis terão de dar explicações à polícia. E à população fica o alerta de sempre desconfiar de grandes promoções que envolvam alimentos. Por trás de certas vantagens, podem estar grandes prejuízos para a saúde do consumidor.

“Para se coibir esse tipo de prática, o Procon de Campina Grande vai notificar na próxima semana as grandes redes atacadistas que atuam na cidade a registrarem os comerciantes que fazem grandes compras de produtos que estão prestes a vencer. Com isso ficará mais fácil rastrear o destino desses produtos e acompanhar a ação do comerciante. Evitando que o mesmo adultere a data de validade do produto e engane o consumidor final”, explica Raymundo Asfora Neto, assessor jurídico do Procon Municipal.

Até o final desta manhã, mais de seis toneladas de produtos apreendidos já tinham sido contabilizadas. Mas tudo indica que esse valor pode chegar a 10 toneladas.

 

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027

tre-pb

TRE-PB reúne forças de segurança para planejamento integrado das eleições

lucasseds

Lucas Ribeiro apresenta resultados da Segurança e inicia Operação S. João após queda de 55% da violência letal em Campina

leopsb

Leo Bezerra questiona João sobre postura do PSB, que lhe faz oposição

TRESDONORDESTE

Programação do Arraiá Mangabeira segue nesta quinta com show gratuito de “Os 3 do Nordeste”

csm_policia_civil_paraiba_joao_pessoa_23_f2d6c68b06

Polícia Civil prende investigados por estupro de vulnerável praticado no Mercado Central de João Pessoa