Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Chairman da Light Infocon Tecnologia S/A, VP da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Paraíba e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP.


Primeira Entrega

Foi na Austrália a primeira entrega oficial, via drone, de uma encomenda despachada pelo serviço de entregas do Google. Denominado de Wing, o serviço do Google escolheu a cidade de Canberra para o projeto piloto, que nestes primeiros meses, estará restrito a algumas áreas da cidade (em 100 casas de três bairros) conforme autorização provisória do governo australiano. Os testes começaram em 2014 e levaram quase cinco anos para a obtenção da certificação e da autorização de funcionamento devido aos riscos envolvidos na utilização de “drones de carga”, em áreas residenciais. Além da agilidade nas entregas, dirigentes do Google calculam que, este tipo de serviço, pode gerar uma receita de até R$ 112 milhões/ano para o comércio da Austrália.

Pesquisa sobre Telemedicina

Depois que o CFM – Conselho Federal de Medicina publicou e revogou, uma resolução sobre “Telemedicina”, a APM – Associação Paulista de Medicina divulgou uma pesquisa sobre o assunto, realizada em parceria com o “Global Summit Telemedicine & Digital Health”. O levantamento foi feito no mês de março passado, através de 1.614 entrevistas e apresentou uma “radiografia” do tema, a partir da visão dos médicos de São Paulo. No universo pesquisado, “82,6% dos médicos disseram usar tecnologias na assistência aos pacientes e 91,4%, afirmaram que nos hospitais e clinicas onde trabalham, usam tecnologias de telemedicina”. Um dado interessante: “78,7% dos médicos entrevistados são favoráveis ao uso do WhatsApp e outras redes sociais na relação com os pacientes”. Quando a pergunta foi em relação a “consultas a distância”, 54,9% foram contrários, mesmo que a primeira consulta tenha sido presencial. Ou seja, o tema ainda vai gerar muito debate.

III Fórum Ibero-Americano de Defesa Cibernética

No último dia 15 de abril, o ComDCiber – Comando de Defesa Cibernética do Exercito Brasileiro, responsável de defesa cibernética (ambiente da Internet) do Brasil, coordenou em Brasília – DF, o “III Fórum Ibero-Americano de Defesa Cibernética”. Segundo os organizadores “o evento é anual e tem a finalidade de promover a cooperação e integração do setor cibernético, proporcionando conhecimento mútuo acerca da doutrina e da capacidade de defesa cibernética dos países integrantes do fórum”. Estiveram presentes nesta edição, representantes da Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Paraguai e Uruguai.

Investimentos

A empresa multinacional Pitchbook (www.pitchbook.com), especializada em dados financeiros em nível mundial, divulgou um relatório sobre os investimentos feitos por empresas de “capital de risco” nos primeiros três meses deste ano. Pelo documento da Pitchboo, dos “US$ 27 bilhões investidos até agora por estas empresas, US$ 8 bilhões foram canalizados para empresas cujo negócio é mobilidade”. Este segmento representou quatro, dos cinco maiores valores investidos. Pela ordem, os maiores investimentos foram nas seguintes empresas: Flexport, o “Uber” dos navios mercantes; Nuro, produtora de um carro sem motorista (autônomo) para entrega de produtos em supermercados; Aurora, produtora de hardware e software para uso por carros autônomos e com o quarto maior investimento, a SpaceX fabricante de foguetes espaciais e bem mais conhecida do público em geral.

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