Polícias da PB e RN prendem quadrilha acusada de assaltos a bancos e homicídios

Uma operação conjunta entre policiais civis e militares da Paraíba e do Rio do Norte resultou na prisão de uma quadrilha acusada de praticar vários assaltos a bancos e homicídios nos dois estados. A operação contou com a participação de cerca de 50 policiais e foi realizada nas primeiras horas da manhã deste sábado (19). Ao todo, seis pessoas foram presas, todos portando documentos falsos.

 
No momento da abordagem em uma granja localizada próxima ao bairro das Indústrias, na Capital, a quadrilha, que estava fortemente armada, reagiu à prisão e houve troca de tiros. Um dos criminosos foi atingido, chegou a ser socorrido por uma equipe médica, mas morreu. Outro integrante da quadrilha foi baleado na perna e está no Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa, sob custódia policial. 
 
Um policial militar que atuava na operação também ficou ferido, mas não corre risco de morte.
 
A polícia suspeita de que eles façam parte de uma quadrilha bem maior, com ramificações nos estados vizinhos e vai continuar as investigações. De acordo com o delegado titular de Rio Tinto, Walter Brandão, todos os integrantes respondiam a processos criminais nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Entre os crimes pelos quais são acusados está o assassinato do policial militar paraibano Anderson de Araújo Cantalice, de 27 anos. O crime aconteceu no dia 11 de janeiro, em Baía Formosa, Rio Grande do Norte, quando o policial realizava uma abordagem de rotina. Na mesma ocasião, o PM Hacenclever Alexandre Tavares Lopes, de 34 anos, também foi atingido, mas sobreviveu aos ferimentos. 
 
Os criminosos fugiram do local levando as armas dos dois policiais.
 
Com a quadrilha, foram apreendidas cinco armas de uso exclusivo da Polícia, uma grande quantidade de pólvora e dois maçaricos. Instrumentos que podem ter sido usados durante assaltos e explosões a bancos na Paraíba e no Rio Grande do Norte.  Entre as armas apreendidas, estão as duas que foram roubadas durante o assassinato do policial militar, em Baía Formosa. Neste momento, os acusados estão na 1° Delegacia Distrital, em João Pessoa, onde serão interrogados pela autoridade policial. Eles vão responder por porte ilegal de armas, formação de quadrilha, e pelos crimes individuais praticados por cada acusado. Os presos também deverão retornar aos estados de origem, onde também respondem a processos criminais. Mais informações a qualquer momento.
 

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