Olimpíadas: Brasil vence Egito, com gol do paraibano Matheus Cunha, e vai às semifinais

Com grande atuação na manhã deste sábado (31), a Seleção Olímpica ditou o ritmo das quartas de final diante do Egito e venceu por 1 a 0, no Estádio de Saitama, e se garantiu nas semis das Olimpíadas de Tóquio.

De olho na decisão, a Canarinho volta a campo na próxima terça-feira (3), às 5h (de Brasília). O adversário da semifinal sairá do confronto entre México e Coreia do Sul.

O jogo

O Brasil ditou o ritmo dos 45 minutos iniciais desde o primeiro toque na bola. O time de André Jardine soube jogar com paciência para encontrar os espaços no ataque e levar a vantagem para o intervalo. Aos cinco minutos, na tentativa pelo alto, Daniel Alves cruzou na segunda trave, mas antes de Richarlison chegar para cabecear, o goleiro El Shenaway afastou o perigo. Na sequência Richarlison apareceu de novo, mas esbarrou na marcação.

O Egito até tentou responder e teve sua melhor chance, aos 12, com Akram Tawfik. Mas a Seleção Brasileira seguiu ligada no jogo. E, aos 15, Antony por pouco não abriu a contagem de perna esquerda. Três minutos depois, o atacante brazuca apostou na marcação alta, recuperou a bola no ataque e achou Matheus Cunha livre dentro da área, mas o camisa 9 não conseguiu fazer o domínio.

Antes do primeiro gol, o Brasil ainda chegou forte com Richarlison, Matheus Cunha e Douglas Luiz. Até que, aos 36, a insistência brasileira, enfim, surtiu efeito. Tudo começou nos pés de Claudinho, que abriu para Richarlison pelo lado esquerdo, o atacante fez boa jogada individual e tocou no meio para Matheus Cunha finalizar bonito, e colocar a Seleção na frente: 1 a 0. Já nos acréscimos, Douglas Luiz, de falta, quase anotou mais um para a Canarinho.

Depois do intervalo, a equipe brasileira teve duas boas chances logo no primeiro minuto do segundo tempo, com Claudinho e Matheus Cunha. Sem diminuir o ritmo, a Canarinho montou acampamento no ataque dos dez aos 15 minutos. Arana parou no goleiro egípcio, Douglas Luiz errou o alvo, enquanto Richarlison por detalhe não completou cruzamento rasteiro para o gol.

Ainda com maior presença ofensiva, a Seleção assustou com Paulinho, aos 21 e aos 28. E novamente com Richarlison, aos 36. Nos minutos finais do confronto decisivo, o Egito foi para o tudo ou nada, mas a Canarinho soube se segurar na defesa para garantir a classificação rumo às semifinais dos Jogos Olímpicos.

BRASIL: Santos, Daniel Alves, Nino, Diego Carlos, Guilherme Arana; Bruno Guimarães, Douglas Luiz, Claudinho (Reinier); Antony (Malcom), Matheus Cunha (Paulinho) e Richarlison (Gabriel Menino). Técnico: André Jardine.

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