Mais de três mil trabalhadores da saúde já foram vacinados contra a Covid na capital

 

Desde que recebeu as primeiras doses da Coronavac, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) mantém uma rotina de vacinação para imunizar, o quanto antes, todos os trabalhadores da saúde que estão na linha de frente de combate a doença. Até o momento, o governo municipal já vacinou 3.103 trabalhadores desse grupo prioritário. O número corresponde às pessoas que receberam a primeira dose da vacina de terça-feira (19) até as 15h desta quarta-feira (20) em hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Mas a vacinação ainda continua na noite desta quarta, das 18h às 22h, devido ao horário dos plantões dos profissionais.

Nesta quinta-feira (21), as equipes seguem a campanha de vacinação nos Hospitais Municipal Santa Isabel, Municipal Valentina Figueiredo, Prontovida, Clementino Fraga, Universitário Lauro Wanderlei (HULW), Unimed, UPAS Bancários, Cruz das Armas, Valentina e Oceania, além do Samu -192. Outros quatro hospitais devem iniciar a vacinação nesta quinta e seguir até a sexta-feira (22): Frei Damião, Hapvida, Memorial São Francisco e Nossa Senhora das Neves.

Um dos trabalhadores da saúde que tomou a vacina hoje foi o Ivanildo Guedes, condutor-socorrista do Samu-JP há 8 anos. “Esse é um momento muito importante porque estamos passando por um período muito difícil há quase um ano por causa da Covid-19. E nós do Samu trabalhamos na linha de frente, fazendo transferências de pacientes e atendendo em residências. Temos que só que agradecer a Deus e à ciência”, afirmou.

O município de João pessoa recebeu neste primeiro lote 15.191 doses da vacina que previne contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Até o fim da campanha, a previsão do Ministério da Saúde é a vacinação de 208.645 pessoas na Capital da Paraíba. A meta é imunizar 90% de quem integra o grupo prioritário elegível para a vacinação.

Grupos prioritários – Na primeira fase de vacinação serão imunizados os trabalhadores da saúde que estão na linha de frente, seguidos por idosos com 80 anos ou mais, idosos com 75 a 79 anos, pessoas com 60 anos ou mais residentes em abrigos ou asilos, indígenas e comunidades tradicionais (ribeirinha e quilombola).

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