Grupo usou empresas de fachada para monopolizar contratos de merenda em CG

Vários grupos de empresas atuavam na licitação para fornecimento de merenda escolar em Campina Grande. As investigações apontam que pessoas estavam sendo usadas como laranjas, emprestando seus nomes conscientemente, para serem criadas empresas de fachada para terceiros usarem, muitas vezes para fraudar o caráter competitivo das licitações para fornecimento da merenda escolar em Campina Grande.

“A investigação mostra que várias empresas, várias pessoas, estavam formando grupos que monopolizava a questão da contratação de merenda escolar em Campina Grande, tirando a possibilidade de outras empresas participarem e colocando a gestão pública como refém, tirando a isonomia de participação, direciona por um conluio a empresários que estavam tendo esse tipo de prática” disse o superintendente da Controladoria Geral da União na Paraíba (CGU), Gabriel Aragão Wright.

Ao lado de representantes da Polícia Federal (Vitor Soares e Raoni Aguiar) e do Ministério Público Federal na Paraíba (Bruno Galvão Paiva), ele explicou a segunda fase da Operação Famintos, deflagrada nesta quinta-feira (22).

O delegado Raoni Aguiar, da Polícia Federal, disse que o foco hoje foram empresas que forneciam alimentação para mais de 100 escolas de campina grande, no processo de contratação descentralizadas.

“Focamos na parte da organização criminosa que fornece alimentos para essas mais de 100 escolas e assim descobrimos que a organização, no fornecimento da merenda escolar para essas escolas, se subdivida em cinco grupos e esses cinco grupos foram os alvos hoje da operação”, destacou.

Ele disse que alguns integrantes desses subgrupos já estão presos, e o que estavam soltos foram os alvos hoje de mandado de busca em suas casas, empresas de “fachadas” ou empresas que funcionam normalmente, porém não têm contratos com a Prefeitura e estavam sendo subcontratadas.

Grupo usou empresas de fachada para monopolizar contratos de merenda em CG

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