Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Chairman da Light Infocon Tecnologia S/A, VP da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Paraíba e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP.


Facilitando o Diagnóstico

A empresa espanhola de tecnologia Minsait desenvolveu um aplicativo (App), “que possibilita detectar câncer de pele numa simples ida à farmácia”. Utilizando a plataforma tecnológica Onesait Healthcare, da própria empresa, e que é voltada para o atendimento de “todas as áreas do sistema de saúde da Espanha”, o App é bem simples de usar. Basta preencher um formulário no balcão da farmácia, anexar um conjunto de fotos feitas pelo farmacêutico utilizando um dermatoscópio, conectado na ferramenta da Minsait, que remete este material para o médico dermatologista pelo aplicativo. Com estes dados, o especialista avalia as imagens e as respostas do questionário, “emite sua avaliação do caso e envia para a farmácia para impressão e entrega ao cliente”. Todo o procedimento leva menos de uma hora e tem produzido “diagnósticos precisos em 80% dos casos, reduzindo a necessidade de consultas presenciais”. O sistema já está em funcionamento em 130 farmácias da rede Bidafarma, presente em várias cidades da Espanha.

73% eram Boatos

Ainda com o tema “Saúde e Tecnologia”, uma pesquisa recente feita com “570 médicos registrados na Doctoralia (plataforma tecnológica de agendamento de consultas) mostrou que 73% deles afirmaram ter recebido questionamento de seus pacientes sobre saúde (doenças, sintomas, tratamento, etc) que ao final descobriram ser apenas boatos da Internet (na maioria das vezes propagados pelas redes sociais) ou informações sem nenhum valor cientifico”. Ou seja, em mais de 70% dos casos, o “Dr. Google” não tem utilidade quando o assunto é medicina. Claro que existem portais na Internet sobre a área medica que são sérios e com informações corretas, mas tem que se ter cuidado, pois eles “não substituem uma ida ao médico”. A utilização destas “informações da Internet” pelos pacientes, já tem até nome: “cibercondríacos” em analogia aos hipocondríacos! Seria cômico se não fosse trágico.

Síndrome de Kessler

A “BBC News”, Agência de Noticias da Inglaterra, divulgou matéria relacionada a “corrida espacial” tratando sobre a “Síndrome de Kessler” (teoria criada nos anos 70 pelo americano Donald J. Kessler, que afirma: “a quantidade de detritos espaciais na órbita da Terra vai fica tão grande que os satélites vão começar a se chocar com o lixo, gerando mais lixo”). Assim, segundo pesquisadores russos, acontecendo a “Síndrome de Kessler” este excesso de lixo espacial pode tornar inutilizável (para satélites e inclusive, a EEI – Estação Espacial Internacional) a órbita baixa da Terra (distância menor do que dois mil km da superfície do nosso planeta) para estes engenhos, afetando dentre outras coisas, as telecomunicações e o sistema de GPS, dependentes dos milhares de satélites existentes atualmente.

“E-tron scooter”

Este é o nome que a “Audi AG”, fabricante alemã de automóveis, deu ao seu primeiro “patinete elétrico”. Este tipo de “veiculo” vem se tornando uma febre em nível mundial (outra fabricante alemã de carros, a BMW, também já tem o seu) e a Audi AG inovou, criando um modelo que “deixa o piloto com uma mão livre” enquanto dirige (com total segurança) diferentemente dos modelos atuais que exigem o uso das duas mãos, para controle do patinete. A novidade estará disponível, na Europa, no inicio do ano que vem ao custo de aproximadamente, nove mil reais.

Facilitando o Diagnóstico

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