Estelizabel afirma que o autismo não deve ser tratado com preconceito

No Dia Mundial da Conscientização do Autismo, 2 de abril, a pré-candidata à Prefeitura Municipal de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB),  declarou nesta segunda-feira que a data, estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 2007, é marcante no calendário anual de eventos afirmativos  dos direitos da pessoa com deficiência. Para a socialista, “o autismo deve ser tratado com respeito, informação e sem preconceitos”.

Segundo Estela, é preciso chamar a atenção sobre o assunto, que ainda é desconhecido para boa parte da população pessoense. De acordo com a pré-candidata, é preciso combater a desinformação, maior responsável pelos diagnósticos tardios e pelo preconceito. “As pessoas são diferentes umas das outras, mas todos iguais em direitos”, destacou.

Sem diagnóstico – De acordo com dados da ONU, o distúrbio atinge cerca de 70 milhões de pessoas. No Brasil, o número de autista alcança dois milhões, mas apenas metade desses atingidos recebeu diagnóstico correto. Em crianças, o autismo é mais comum do que o câncer, a AIDS e o diabetes.

O autismo representa uma gama de distúrbios que afetam três áreas do desenvolvimento da pessoa: a comunicação, a socialização e o foco de interesses, mostrando comprometimento em graus variados. Segundo a Organização Mundial de Saúde, de cada mil pessoas, seis são afetadas por alguma forma de autismo, que pode variar do mais severo ao mais leve.

Conscientização –
O Dia Mundial do Autismo é comemorado anualmente no dia 2 de abril. Foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, para a conscientização da população mundial acerca da questão. Em 2010, a ONU declarou que, segundo especialistas, a doença atinge cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo. Em João Pessoa, alguns monumentos estão sendo iluminados de azul – cor que simboliza a data. Em Brasília, os prédios do Senado Federal e do Ministério da Saúde também foram iluminados. O azul foi definido como a cor símbolo do autismo, porque a síndrome é mais comum nos meninos, na proporção de 4 meninos para cada menina.

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