Mário Tourinho

Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal


Do ministroajurema@comDeus.céu, para cicerolucena@prefeito.jp

 

“Cícero: – eu estava ao lado de Creusa Pires, aqui no  céu, quando ela passou o recado ao filho, Marcos, dizendo que ele lhe transmitisse o posicionamento dela sobre o agora denominado Largo de Tambaú. Também conosco estava Dorgival Terceiro Neto (ex-prefeito de memorável gestão). E, a propósito, devo lembrar que, mesmo por curto período, tive a honra de atuar como prefeito de João Pessoa, isto lá entre 1946/1947.

(Eita!… Ia esquecendo que junto a mim também estava Cabral Batista, que, conforme o recado que Marcos Pires passou a você, Cícero, foi ele, Cabral Batista, em 1974, em sua curta passagem como prefeito de João Pessoa, o responsável pelo plantio dos coqueiros da beira-mar, plantio este que todos pleiteiam que você amplie… E nessa ampliação inclua outras árvores como cajueiros e mangueiras, sem a necessidade de derrubar as castanholas, que, lá, há tempo têm propiciado algumas boas sombras!)

Nesta mensagem que lhe envio, Cícero – e como li a matéria que foi publicada na coluna online (´que todo mundo lê´) de meu filho, Abelardo Jurema, edição deste dia 10 – devo dizer que os ex-prefeitos pessoenses, aqui citados, todos concordamos com você e com o própria coluna, esta tendo  enfatizado: – ´Nada deverá ser feito sem ouvir a opinião da população, cujos impostos custearam a obra´. E sua específica e pessoal declaração, Cícero, a respeito deste assunto e quando questionado por Abelardo Filho, foi de muita sabedoria política e administrativa. Você disse: – ´Em princípio eu entendo que aquele espaço deveria retornar ao seu projeto original, que permitia o acesso direto até à praia através de uma pista de baixa velocidade. Mas, antes é prudente e pertinente consultar a população´.

Estou convencido, Cícero, de que que assim você procederá. E penso que a população, em sua generalidade – e não só os que residem no entorno do Busto de Tamandaré – tenderá a estar sintonizada com aquele seu compromisso de campanha, qual seja, o de que ´corrigirá o que estiver falho e melhorará o que estiver bom´, pelo que – é de estimar-se  – sua decisão será a de conciliar a funcionalidade desse novo Largo de Tambaú com o acesso direto à praia do Cabo Branco, mesmo que tal acesso efetive-se dentro de uma proximidade similar à que ocorre em relação  ao lado de Tambaú.

E lembrando a sugestão de Creusa Pires quanto a novas árvores na beira-mar, recomende sua equipe de urbanistas que verifique como amenizar aquele pesado cinza do pesado cimentado do Largo de Tambaú, a fim de propiciar-lhe algumas árvores (mesmo que só palmeiras, como as existentes em um dos lados). Afinal, JP também é conhecida como Cidade Verde.

Cordialmente, ex-ministro Abelardo Jurema”.

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