Defesa diz que votação que cassou direitos de Leto Viana foi eleitoreira e sem efeito

A defesa do ex-prefeito de Cabedelo, Leto Viana (PRP), disse em entrevista exclusiva ao ParlamentoPB, nesse sábado (24), que “não vai comungar” com o que chama de “orquestração política presente no Legislativo cabedelense.” O advogado Jovelino Carolino Delgado Neto falou que a decisão de cassar os direitos políticos de Leto, na Câmara, é nula porque os trabalhos da Comissão Processante terminaram no dia 18 de outubro. Ele disse que vai acionar a Casa Legislativa na Justiça.

“Não comparecemos na data de ontem (sexta-feira, 23) à sessão da Câmara de Cabedelo pelo fato de entendermos que a comissão processante não agiu dentro da legalidade, com relação ao prazo de duração da CPI, o qual encerrou-se dia 18 outubro, conforme certidão fornecida pela Câmara”, explicou o advogado.

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Jovelino disse que a votação foi eleitoreira e que vai acionar a Câmara na Justiça. “Todos os atos praticados a posteriori (de 18 de outubro), são nulos de pleito direito, razão pela qual não iremos comungar com essa orquestração política presente no legislativo cabedelense, onde os atos são praticados ao arrepio da lei (Decreto 201/67). Iremos acionar a Câmara Municipal na Justiça para anularmos a votação de caráter meramente eleitoreiro.”

O ParlamentoPB entrou em contato com a presidente da Câmara de Cabedelo, Geusa Ribeiro, e com o presidente da Comissão Processante, Evilásio Cavalcanti, mas não obteve resposta deles, até às 16h20.

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