Corpo de juíza paraibana é liberado e velório simbólico é realizado em Belém

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Um velório simbólico está sendo feito para a juíza Mônica Andrade Figueiredo de Oliveira, na manhã desta quarta-feira (18), na Capela da Saudade, no bairro do Umarizal, em Belém. A celebração oficial ocorrerá somente em Campina Grande, na Paraíba. Já o enterro será na cidade de Barra de Santana, cidade natal da magistrada. Ela será enterrada no mesmo local onde os pais estão sepultados.

O corpo da juíza foi liberado nesta manhã pelo Instituto Médico Legal (IML) e seguiu diretamente para a capela. Assim que a celebração for encerrada, será feito o traslado do corpo para o estado da Paraíba. Uma prima dela está na cidade para acompanhar o traslado do corpo para a Paraíba.

O corpo deve chegar entre a noite e madrugada desta quinta-feira (19) e segundo a vereadora campinense Ivonete Ludgério, que é prima e comadre da juíza, o sepultamento ocorrerá na sexta-feira (20).

Entenda o caso
O corpo da juíza Mônica Maria teria sido encontrado pelo próprio companheiro, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, dentro de um carro, no estacionamento do edifício Real Dream, localizado na travessa Três de Maio, bairro de São Brás. Em seguida, o juiz João Augusto dirigiu até a Divisão de Homicídios de Belém, onde deixou o corpo e prestou depoimento. O corpo da juíza tinha um ferimento causado por arma de fogo.

Em depoimento, o juiz João Augusto revelou que o casal teria tido uma briga na noite de segunda-feira (16) e Mônica Maria arrumou seus pertences afirmando que iria viajar. Já na manhã de terça-feira, o magistrado teria saído para trabalhar e encontrou o corpo da esposa dentro do próprio carro, com um ferimento de bala no peito. A arma usada por ela teria sido do juiz.

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