Cartaxo diz que 1ª Conseg é um marco na política de segurança pública no país

O vice-governador do Estado, Luciano Cartaxo, está em Brasília, na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), evento aberto, na última quinta-feira, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, com a presença dos ministros Tarso Genro, da Justiça; Paulo Vanucchi, dos Direitos Humanos e Nilcéia Freire, das Políticas Públicas para Mulheres.

Na avaliação de Cartaxo, a Conferência é um marco por envolver gestores, trabalhadores da área de segurança, da sociedade civil organizada e representantes do Governo na construção de uma política nacional de segurança pública, deixando de ser uma política de governo para ser uma política de Estado, a exemplo do que acontece na Saúde.

Mais de 500 mil pessoas em todo o País participaram de debates realizados na fase de preparação da Conseg durante as conferências livres, estaduais e municipais. “O mais importante é que o País está percebendo que a busca por uma solução dos problemas vinculados à segurança é de responsabilidade de todos nós, gestores, trabalhadores da área de segurança e sociedade civil organizada. Esta preocupação, inclusive, tem a ver com os princípios do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) no sentido de termos ações preventivas de cidadania”, afirmou Luciano Cartaxo.

A Conferência tem sete diretrizes de eixos temáticos: Gestão Democrática: Controle Social e Externo, Integração e Federalização; Financiamento e Gestão da Política Pública de Segurança; Prevenção Social do Crime e das Violências e Construção da Cultura de Paz; Repressão Qualificada da Criminalidade; Valorização Profissional e Otimização das Condições de Trabalho; Diretrizes para o Sistema Penitenciário e Diretrizes para o Sistema de Prevenção, Atendimentos Emergenciais e Acidentes.

O vice-governador ressalta a importância da Conseg, lembrando que dela sairão os parâmetros para formatação de uma nova política nacional de segurança pública. “A Paraíba está participando da Conferência de forma ativa com mais de 80 representantes da sociedade civil organizada, trabalhadores da área de segurança e da área governamental”, afirmou. 

 

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