Candidatos abrem debate respondendo perguntas de jornalistas

O debate entre os candidatos ao Governo do Estado, realizado pela TV Tambaú, começou com perguntas feitas por jornalistas do sistema Tambaú de TV e Rádio. Entre os temas abordados no primeiro bloco, constaram políticas públicas para mulheres, ações de combate à violência, investimentos em educação, aumento salarial e congelamento de preços, dentre outros.
 
O candidato Major Fábio (PROS) foi o primeiro a ser perguntado, afirmando que vai olhar para a segurança das mulheres e de todos os paraibanos. Ele afirmou que o estado passa por situação difícil, com índices de criminalidade, e quer reforçar programas, como creches, que permitam às mulheres trabalhar e garantir recursos para seus lares. Em réplica, o candidato Ricardo Coutinho (PSB), destacou a criação de programas como SOS Mulher e Mulher Protegida, que estão se estendendo para todo o estado e reduzindo, segundo ele, os índices de violência de gênero.
 
O segundo tema foi o aumento geral de salários e congelamento de preços, proposta defendida pelo candidato Antonio Radical (PSTU). Ele afirmou que vai suspender juros, encargos e a amortização da dívida pública, que, ao invés de reduzir problemas sociais, vão resolver a “boa vida de meia dúzia de banqueiros”. Tárcio Teixeira (PSOL), foi o escolhido para comentar e destacou que a PB tem R$ 5 bilhões de isenção fiscal, o que daria para gastar mais de 21 vezes o que foi investido em Ciência e Tecnologia.
 
Vital Filho (PMDB) foi o terceiro a responder perguntas de jornalistas, e afirmou que vai manter o salário mínimo acima da inflação, promovendo desenvolvimento pra gerar riqueza. A matriz, afirmou ele, está na interação física de grandes obras: duplicação da BR 230, Porto de Cabedelo, Transnordestina, aeroportos, implementados com transposição do Rio São Francisco. 
 
Quem encerrou o primeiro bloco foi o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que evidenciou o crescimento da violência, segundo ele, por falta de investimentos efetivos em combate à violência: deficiências no ensino fundamental, qualificação, políticas públicas para a questão da droga; ações em parceria com igrejas, investimentos em emprego. 

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