Bolsonaro afirma que filho é inocente e especula traição de Queiroz

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

O presidente Jair Bolsonaro tem feito, em reuniões privadas com políticos e setores aos quais é afeito, defesa enfática de seu filho, o senador Flávio (PSL-RJ), acossado por investigação do Ministério Público do Rio. Fez questão de incluir o assunto em fala, por exemplo, a evangélicos. O presidente sustenta que o rebento é inocente, que não vão achar nada contra ele, “muito menos” elo com milícia. A aliados, repetiu que a família é alvo de perseguição e fez ilações sobre o outrora amigo Fabrício Queiroz.

Pessoas próximas a Bolsonaro enfatizam que ele se distanciou do ex-policial que levou o clã para o centro de investigação sobre desvio de salários e ligações com milicianos. Dizem que ele não tem contato com Queiroz e que hoje especula se o ex-amigo não atua para prejudicar sua família.

Deputados simpáticos a Bolsonaro dizem que o presidente ainda não entendeu a gravidade do caso — nem que ele trará consequências não só para o filho, mas para seu próprio futuro político.

Quebra de sigilo

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) autorizou a quebra dos sigilos bancários do senador Flávio Bolsonaro e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz. O pedido, feito pelo Ministério Público do Rio, foi autorizado no dia 24 de abril. A medida se estende não só a Flavio Bolsonaro, Queiroz e seus respectivos familiares e empresa, mas também a outros 88 ex-funcionários do gabinete de Flávio, quando ele era deputado estadual, seus familiares e empresas relacionadas a esses empregados.

No dia 6 de dezembro de 2018, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta no nome de Fabrício José Carlos de Queiroz. O valor se refere ao período entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

À época, ele estava registrado como assessor parlamentar do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro. Queiroz é também policial militar e, além de motorista, atuava como segurança do deputado. Foi exonerado do gabinete no dia 15 de outubro do ano passado.

Além disso, uma das transações na conta de Queiroz citadas no relatório do Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado à primeira-dama Michelle Bolsonaro. O documento foi anexado pelo Ministério Público Federal à investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, realizada no mês passado e que levou à prisão dez deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

ParlamentoPB com Folha de São Paulo/Painel

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

Sedec_Saude_projeto-primeiros-socorros-1024x682

João Pessoa lança projeto para capacitar profissionais da educação infantil em primeiros socorros

Festa do Bode Rei 2025

Festa do Bode Rei 2026 começa nesta quinta-feira em Cabaceiras

pzzb1916_0

Brasil contesta EUA sobre supostas práticas de trabalho forçado

polícia-militar-pm-paraíba

Lucas Ribeiro autoriza promoção de mais de 450 militares da PM e do Corpo de Bombeiros

comercio-joao-pessoa

Corpus Christi: veja o que abre e fecha em João Pessoa e Campina Grande

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027