Apreensão de 28kg de cocaína evita que chefe do tráfico na capital seja posto em liberdade

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O trabalho investigativo realizado pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil da Paraíba evitou que um presidiário recolhido no Presídio de Itaquitinga (PE) voltasse às ruas de João Pessoa nos próximos dias.

No mundo do crime ele é conhecido como “Buchão” e, mesmo do presídio de Itaquitinga, comandava comanda o tráfico de drogas e homicídios em vários bairros de João Pessoa.

Segundo o delegado Carlos Othon, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Capital, foram cumpridos na manhã desta quinta-feira (01), três mandados de prisão preventiva em desfavor do indiciado V.W.G.S, conhecido como “Buchão”, que já estava prestes a receber benefícios de progressão de pena.

De acordo com as investigações da DRACO, o criminoso foi preso pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse de arma de fogo de uso permitido e organização criminosa.

“O trabalho investigativo demonstrou que Buchão era o dono dos 28 kg de cocaína, 01 kg de crack e 13 kg de maconha apreendidos pela DRACO no último mês de novembro, no Parque do Sol, João Pessoa. A droga estava escondida em túnel construído com essa finalidade”, declarou o delegado Carlos Othon.

Desdobramentos dessa investigação já resultaram na apreensão de 200 munições, duas pistolas Glock cal. 9mm, com kit rajada e carregadores prolongados, 1,5 kg de cocaína, porções de Skank, estufa para cultivo de maconha, mais de R$ 100.000,00 (dinheiro em espécie e bloqueio de saldo em conta), três veículos, dentre outros apetrechos para o tráfico.

“Também foi requerido ao juízo o perdimento dos bens com valor comercial em favor da Polícia Civil da Paraíba, nos termos do Art. 133-A do Código de Processo Penal. Importante destacar que o indiciado estava prestes a alcançar benefícios de progressão de pena e possivelmente voltaria às ruas de João Pessoa. Com o cumprimento dos mandados de prisão e consequente responsabilização criminal, pretende-se mantê-lo longe da sociedade”, destacou Carlos Othon.

“A DRACO segue com o objetivo de mapear e responsabilizar criminalmente os líderes das ORCRIMs e atacar suas células financeiras, além de converter em favor da Polícia Civil os ativos recuperados”, finalizou.

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