APLP pede reajuste de 9,35% e sinaliza greve a partir de amanhã

A Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da Paraíba (APLP) encaminhou uma carta-aberta ao governador José Maranhão para cobrar os termos de um acordo firmado pelos representantes sindicais do Governo em dezembro passado, quando a Assembleia Legislativa instituiu o Piso Salarial Profissional Nacional (Lei 11.738/2008).

Segundo a direção da APLP, essa adequação, sancionada como lei, sempre redundou na atualização do piso salarial estadual. Seria necessário, portanto, aguardar o reajuste nacional, a ser concedido pelo Ministério da Educação, e isso aconteceu no mês de março, correspondendo a 19,2%, passando de R$ 950 para 1.132,40 por quarenta horas semanais. Ainda de acordo com a APLP, o Governo anterior havia antecipado 9,1% do reajuste, restando 9,35% para ser implantado nos contra-cheques.

"Como se trata de uma pactuação institucional, exige-se que a complementação do reajuste do piso, no percentual de 9,35%, venha a ocorrer imediatamente nos contra-cheques do mês de maio, passando dos atuais R$ 776,93 para R$ 849,57 por 30 horas semanais. A APLP já fez várias gestões junto à Secretaria Estadual de Educação sem que, até a presente data, se tenha dado qualquer resposta a respeito", diz a carta.

Por fim, a APLP adianta que, caso não seja atendida sua reivindicação, haverá paralisação dos professores, por tempo indeterminado a partir de amanhã.

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