O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), divulgou uma nota nessa terça-feira (28) em que reage informações vazadas sobre um processo que corre em segredo de Justiça. A informação que começou a circular ontem dá conta de que a Polícia Federal abriu um inquérito atendendo a um pedido feito pela Procuradoria Regional Eleitoral no mês de agosto. A Procuradoria encaminhou à época o pedido para que o Tribunal Regional Eleitoral continuasse a apuração inicial conduzida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que declinou da competência de prosseguir com a investigação em respeito ao foro privilegiado do prefeito.
A decisão de autorizar a abertura do inquérito agora foi do juiz federal Bruno Teixeira de Paiva, ex-integrante do TRE. As suspeitas contra o prefeito dizem respeito aos fatos já narrados na Operação Território Livre, que chegou a prender a primeira-dama Lauremília Lucena. Os promotores eleitorais querem saber se Cícero “beneficiou-se diretamente do apoio da facção Nova Okaida, havendo indícios de que se mantinha ciente das negociações ilícitas conduzidas por sua esposa, MARIA LAUREMÍLIA ASSIS DE LUCENA, com as lideranças da organização criminosa”
Nota do prefeito – Segundo o gestor, a divulgação de supostos documentos sob segredo de Justiça tenta, de forma “distorcida e maldosa”, criar interpretações sem base concreta ou denúncia formal.
Na nota, a assessoria do prefeito esclarece que o processo nº 0600222-50.2024.6.15.0070, vinculado à Operação Livre Arbítrio, não inclui Cícero Lucena entre os investigados. O texto destaca ainda que o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), em decisão proferida em 11 de setembro de 2025, acolheu parecer da Procuradoria Regional Eleitoral e determinou o retorno do inquérito à 64ª Zona Eleitoral, reconhecendo que os fatos atribuídos ao gestor já estavam sendo analisados na Operação Território Livre.
“Cícero não integra o escopo investigativo da Operação Livre Arbítrio”, reforça o comunicado.
O prefeito, que é pré-candidato ao Governo da Paraíba em 2026, afirmou que sempre esteve e continuará à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, “por confiar na verdade, na justiça e na transparência de sua vida pública”.
Cícero também lamentou o uso político recorrente de informações distorcidas em períodos eleitorais, situação que, segundo ele, já enfrentou em outras campanhas, e reafirmou sua serenidade diante do episódio. “A verdade prevalecerá, com a reafirmação de minha conduta ética e irrepreensível ao longo de toda minha trajetória”, concluiu.
Confira a nota:
Curiosamente, mais uma vez, quando o nome de Cícero Lucena aparece liderando pesquisas eleitorais, surgem tentativas de desgastar sua imagem por meio de interpretações distorcidas e maldosas.
Nesta terça-feira (28), uma publicação exibindo supostos documentos sob segredo de Justiça tenta induzir o leitor a acreditar em um conjunto de ilações, sem qualquer base concreta ou denúncia apresentada à Justiça Eleitoral.
A assessoria do prefeito e pré-candidato ao Governo da Paraíba em 2026 esclarece que o processo nº 0600222-50.2024.6.15.0070, vinculado à Operação Livre Arbítrio, não inclui Cícero Lucena entre os investigados.
Em decisão proferida em 11 de setembro de 2025, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) acolheu parecer da Procuradoria Regional Eleitoral e determinou a devolução do inquérito à 64ª Zona Eleitoral, reconhecendo que os atos atribuídos ao prefeito já estavam sendo analisados no âmbito da Operação Território Livre. Assim, Cícero não integra o escopo investigativo da Operação Livre Arbítrio.
Cícero Lucena reafirma que sempre esteve e continuará à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento, por confiar na verdade, na justiça e na transparência de sua vida pública, se submetendo ao maior julgamento que um político pode passar – o processo eleitoral.
O prefeito lamenta ainda o uso político e recorrente de informações distorcidas em períodos eleitorais — prática já enfrentada em outras campanhas — e reitera sua serenidade e confiança de que, mais uma vez, a verdade prevalecerá, com a reafirmação de sua conduta ética e irrepreensível ao longo de toda sua trajetória.