A pré-candidata à Prefeitura de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB), se encontrou com representantes da Cultura, na sede provisória da ONG de Cultura Popular e Quadrilha Junina Xiado do Xinelo, no Funcionários IV, na noite desta sexta-feira (27), para dialogar sobre projetos na área cultural.
Estela esclareceu que através do Orçamento Democrático, se chegou a conclusão, junto à comunidade, do que fazer a partir do valor disponível. Segundo ela, a escolha por tornar a comunidade da periferia mais equiparada à infraestrutura das regiões mais elevadas foi dos próprios moradores. “Escolhemos equiparar as comunidades em termos de infraestrutura, política pública de habitação e mobilidade urbana, conseguindo, através da escolha da comunidade, transformar a estrutura da periferia”, detalhou.
O novo modelo de gestão participativa e republicana, que trata com zelo a coisa pública implementar ações que são prioridade, de acordo com a comunidade local, está visualizando a implementação de ações nas áreas como Esporte e Cultura, a partir do Mapa da Solidariedade. “Esse mapeamento servirá para que a instituição religiosa, social e associação tenha a contrapartida do município para fomentar suas ações na comunidade”, explicou.
A pré-candidata, afirmou que tem uma visão muito clara e ampla do que alcançou na gestão socialista, reiterando o compromisso com o que a administração do PSB ainda necessita implementar. “Vamos abrir a porta do diálogo ainda mais, após o processo eleitoral”, assegurou.
Calendário de atividades – Vamos ter atividades culturais dentro do calendário das atividades para a construção do plano de Governo, o qual constará de seminários e diálogos com os segmentos sociais e culturais. “Iremos formulá-lo a partir das reivindicações, o que nos dará subsídios para implantar as ações assertivas do governo”, lembrou.
Segundo Estela, que foi beneficiária da cultura e do esporte, essas atividades são muito importantes. “Ganhei uma bolsa para escola particular, depois entrei no movimento de cultura. O esporte e a cultura me envolveram, contribuindo significativamente para o meu desenvolvimento. É preciso ter identidade e persistência Foi assim que eu me afastei do risco da droga e, porque não dizer, do tédio que acomete muitos jovens”, revelou.
O presidente da ONG, Alexandro Queiroz de Oliveira, apontou o benefício intelectual obtido a partir das atividades culturais oferecidas aos jovens da comunidade local.