Professores dos sete campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFPB) deram início nesta segunda-feira (10) a uma greve por tempo indeterminado. Os professores reivindica a reestruturação de carreira e a recomposição salarial e orçamentária. Com a paralisação, eles esperam reabrir um canal de diálogo com o
A greve por tempo indeterminado foi aprovada pela categoria na semana passada, durante assembleia que, segundo a Associação dos Docentes da UFCG (ADUFCG), teve a aprovação de 81 professores. 77 votaram contra a paralisação.
Com a greve os professores se juntam ao movimento de paralisação dos servidores técnico-administrativos, que estão em greve desde o dia 11 de março.
Reunião
A Reitoria da UFCG se reuniu, em plataforma virtual, com representantes das associações de docentes ADUFCG e ADUF-Patos, no último sábado (8), para tratar sobre os encaminhamentos decorrentes da deflagração da greve dos professores.
Em nota, a universidade disse que após debater as pautas apresentadas, a Reitoria se comprometeu a enviar as demandas das seções sindicais – referentes à suspensão de matrículas e do calendário acadêmico do período 2024.1 – para a apreciação e deliberação do Colegiado Pleno do Conselho Universitário, considerando a amplitude da matéria e a necessidade de uma discussão com a comunidade acadêmica acerca das questões relacionadas ao tema.
“A previsão é que a reunião extraordinária do Colegiado Pleno aconteça dentro do prazo regimental, a partir de 48 horas após a sua convocação, que ocorrerá tão logo o comando de greve oficialize a demanda, junto à Reitoria. Até a deliberação deste colegiado, as ações administrativas, nestas incluídos os procedimentos de matrícula, seguirão o curso normal”, disse a Reitoria da UFCG em nota.