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Em greve, servidores da UFPB se reúnem com reitor, que mantém corte de ponto

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Os servidores técnico-administrativos de todos os campi da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estão em greve a partir de hoje. A informação foi confirmada pelo Sindicato Dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintesp-PB). O movimento quer pressionar o Governo Federal para oferecer um reajuste salarial para 2024 e promover melhorias no Plano de Cargos e Carreiras dos técnico-administrativos em Educação.

O reitor da UFPB, Valdiney Gouveia, recebeu representantes do Sindicato para tratar da paralisação deflagrada pela categoria dos Técnicos Administrativos em Educação (TAEs). Também participaram da reunião a vice-reitora, Liana Filgueira, a Pró-reitora de Gestão de Pessoas, Rita de Cássia, e o Procurador federal Carlos Mangueira.

Os representantes do Sintespb apresentaram as suas reivindicações e defenderam a possibilidade de não haver desconto em função da ausência para participar da greve. O Reitor, por outro lado, explicou que a edição da Instrução Normativa Nº 01/2024 pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep/UFPB) não é uma inovação, pois ela segue o que dispõe a Instrução Normativa SRT/MGI Nº 49, de 20 de dezembro de 2023, editada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, e a UFPB tornou pública à comunidade universitária da UFPB.

Valdiney afirmou que apoia a restruturação da carreira dos TAEs, conforme nota emitida no dia 19 de fevereiro, pois entende que a carreira atualmente está defasada e essa desvalorização acarreta, entre outros efeitos, a perda diária de quadros na Instituição. Todavia, o Reitor ressaltou a responsabilidade, enquanto gestores, do cumprimento da legislação vigente, indicando, como alternativa prevista na norma, o Termo de Acordo.

“A IN se impõe, não é uma escolha da Reitoria ou da UFPB, senão uma decisão do Governo Federal em publicá-la no dia 20 de dezembro do ano passado, então não temos muita opção, a não ser estabelecer o Termo de Acordo para que possamos ter esse movimento legítimo de greve, respeitados os direitos das pessoas, a livre manifestação, mas, por outro lado, nós temos a obrigação legal, e disso não podemos fugir. Estamos esperando a provocação por parte do sindicato para que possamos ter um Termo assinado que represente, não só a demanda dos servidores, senão as necessidades da Universidade, que sejam plenamente atendidas”, esclareceu o Reitor.

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