Brigada Sanitária já abordou mais de 47 mil pessoas na Capital

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A Brigada Sanitária da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) já visitou 27.238 residências e abordou 47.369 moradores em 11 bairros da Capital. Entre as pessoas abordadas, 1.959 foram identificadas com sintomas de síndromes gripais e 225 precisaram ser encaminhadas para uma unidade de saúde da família (USF). As equipes da Secretaria de Saúde (SMS) ainda identificaram 5.219 pessoas com comorbidades.

Até o momento, já foram visitadas várias comunidades de 11 bairros da cidade: Bairro das Indústrias, Grotão, Cristo Redentor, Mangabeira, Valentina Figueiredo, José Américo, Mandacaru, Miramar, Bessa, São José e Castelo Branco. A ação, que teve início no dia 13 de julho, está visitando as localidades com os números mais elevados de casos de coronavírus e com baixos índices de isolamento social.

Só nesta semana, as equipes visitaram 4.977 casas e abordaram 8.230 residentes, sendo que 324 apresentaram sintomas de síndromes e 28 deles precisaram de encaminhamento para uma USF. Além disso, 1.479 pessoas foram identificadas com alguma comorbidade.

As abordagens e visitas às residências acontecem de forma educativa para diagnóstico e tratamento de pessoas com sintomas de síndromes gripais, a exemplo da covid-19, e para o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A Brigada Sanitária conta com a participação de agentes de endemias da Vigilância Ambiental e Zoonoses, agentes comunitários de saúde e outros profissionais da Atenção Básica.

Os profissionais se dividem em duplas para visitar as casas e, durante cada visita, para monitoramento, avaliação e diagnóstico, são aplicados questionários a fim de identificar pessoas com sintomas gripais ou comorbidades, como hipertensão, diabetes, obesidade ou problemas cardíacos. As visitas seguem os protocolos do Ministério da Saúde para evitar a disseminação do coronavírus e, por isso, os agentes só entram nas casas se houver foco do mosquito Aedes aegypti no local.

As pessoas identificadas com alguma comorbidade passam a ser monitoradas. As que apresentam sintomas gripais ou algum agravo, como dispneia (falta de ar), são encaminhadas para a unidade de saúde da família (USF) de referência para consulta, prescrição de medicamentos, se necessário, e para fazer o teste do novo coronavírus.

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