Vereadora de João Pessoa defende castração química para abusadores de crianças e adolescentes

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

A vereadora da Capital, Eliza Virgínia (PP), defendeu, na manhã desta segunda-feira (24), a castração química para quem praticar abusos sexuais contra crianças e adolescentes. Para suplente de deputada federal, a punição para quem comete esse crime deve ser agravada no Brasil. “Já que dizem que é uma ‘doença’, precisamos curar essas pessoas, no caso, com a castração química”, ironizou a vereadora.

A parlamentar citou a aprovação do procedimento químico nos Estados Unidos. “A Lei foi aprovada pela governadora e o condenado só poderá sair da cadeia depois do procedimento de castração. Aqui no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro, na época de deputado, protocolou um projeto de castração química dos abusadores de crianças. O projeto precisa ser analisado, mas defendo essa prática aqui no Brasil. Atualmente o deputado Felipe Barros pede com urgência aumento da pena para estupradores”, disse Eliza.

De acordo com o projeto 5398/2013, do então deputado Jair Bolsonaro, procedimento seria voluntário, e feito só depois do trânsito em julgado, para aqueles que querem passar para a liberdade condicional. “Se o condenado quiser sair em condicional, ele faz a castração química. Se não quiser fazer, fica preso”, explicou a parlamentar.

Em vídeo divulgado nas suas redes sociais, Eliza pede a população que solicitem aos deputados federais paraibanos que assinem o requerimento de urgência do deputado Filipe Barros (PSL-PR) para que se coloque em pauta o projeto de lei 5398/2013 do ex-deputado Jair Bolsonaro. “Peguem seu celular e mandem e-mail para todos os deputados, mandem nas redes sociais, usando a #CastraçãoQuimicaJá. Vamos aprovar esse projeto para a gente diminuir os abusos sexuais e aumentar a punição desse crime que afeta tanto as nossas crianças”, apelou a parlamentar.

 A PL de Jair Bolsonaro pede o aumenta a pena para os crimes de estupro e estupro de vulnerável, exige que o condenado por esses crimes conclua tratamento químico voluntário para inibição do desejo sexual como requisito para obtenção de livramento condicional e progressão de regime.

Sobre o procedimento – A castração é feita através de hormônios, que fazem a pessoa perder seus impulsos sexuais. Além disso, é reversível e, para ser perene, precisaria ser feita durante algum tempo.

Veja o vídeo:

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027

tre-pb

TRE-PB reúne forças de segurança para planejamento integrado das eleições

lucasseds

Lucas Ribeiro apresenta resultados da Segurança e inicia Operação S. João após queda de 55% da violência letal em Campina

leopsb

Leo Bezerra questiona João sobre postura do PSB, que lhe faz oposição

TRESDONORDESTE

Programação do Arraiá Mangabeira segue nesta quinta com show gratuito de “Os 3 do Nordeste”

csm_policia_civil_paraiba_joao_pessoa_23_f2d6c68b06

Polícia Civil prende investigados por estupro de vulnerável praticado no Mercado Central de João Pessoa