Juiz recebe denúncia contra Gilberto Carneiro e Maria Laura, que cumprirá prisão domiciliar

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram

O juiz substituto da 5ª Vara Criminal de João Pessoa, Adilson Fabrício Gomes Filho, decidiu receber a denúncia do Ministério Público da Paraíba e tornou réus o ex-procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro e da ex-assessora Maria Laura Caldas de Almeida, que foi posta em prisão domiciliar com a determinação de cumprir medidas cautelares. Ambos são réus na Operação Calvário que investiga irregularidade na relação da Cruz Vermelha gaúcha com o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Outra decisão importante tomada pelo magistrado foi a de retirar o sigilo do processo. Ele argumentou que o processo está em fase de acusação público e completou: “Vale registrar que o objeto desse processo diz respeito a crimes que guardam relação com ORCRIM vitimando a administração pública, mais uma razão para se impor a necessidade de se garantir a publicidade e, assim, a possibilidade do conhecimento público sobre a gestão da coisa pública”.

Maria Laura – A ex-servidora que era ligada a Livânia Farias mas havia sido nomeada na Procuradoria Geral do Estado foi acusada pelo MP de ser a operadora financeira da organização criminosa. Ela deve cumprir as seguintes medidas cautelares:

1 – proibição de acesso a repartições do Governo do Estado.

2 – proibição de manter contato com testemunhas, exceto seus próprios familiares e/ou outros investigados na Operação Calvário, em especial agentes públicos estaduais, fornecedores do Governo da Paraíba, fornecedores de campanha e seus parentes até 3º grau, bem como doadores de campanha eleitoral até 3º grau, exceto seus familiares até o 4º grau.

3 – Proibição de se deslocar a locais com distâncias superior a 200 km da comarca de João Pessoa à exceção dos deslocamentos até o município de Santa Terezinha, salvo prévia comunicação e autorização deste juízo.

4 – Proibição de exercer funções públicas

5 – Não mudar de endereço sem prévia comunicação ao juízo.

Gilberto Carneiro – O advogado e ex-procurador geral do Estado foi acusado pelo MP de ter sido omisso em relação ao fato de Maria Laura ser assistente de gabinete da Procuradoria e não comparecesse ao trabalho. Segundo a acusação, Maria Laura “trabalhava exclusivamente para a Orcrim, no recebimento de propinas não só da Cruz Vermelha, mas de outros contratos de serviços de terceiros celebrados com o Estado, além de dinheiro utilizado para fins ilícitos da Pasta da Educação”.

Tags

Leia tudo sobre o tema e siga

MAIS LIDAS

Concursadas se acorrentam à prefeitura de Bayeux em protesto pela não convocação

Polícia localiza veículo usado em assaltos, prende foragida da Justiça e realiza flagrante em Campina Grande

Fernando Cunha Lima é condenado a 32 anos por estupro de vulnerável

Anteriores

brasilvisse

Copa do Mundo impulsiona expectativas de faturamento entre empreendedores paraibanos

brazmorrone

Delegado preso por associação ao tráfico pede prisão domiciliar humanitária

@FOTO_EDNALDO_ARAUJO_(83)98726_6840

TJPB aprova anteprojeto do novo PCCR dos servidores do Judiciário

elencopbb

Elenco de Cangaço Novo retorna à Roliúde Nordestina para Festa do Bode Rei

alpbprint

Comissão de Orçamento da ALPB aprova parecer preliminar da LDO 2027

tre-pb

TRE-PB reúne forças de segurança para planejamento integrado das eleições

lucasseds

Lucas Ribeiro apresenta resultados da Segurança e inicia Operação S. João após queda de 55% da violência letal em Campina

leopsb

Leo Bezerra questiona João sobre postura do PSB, que lhe faz oposição

TRESDONORDESTE

Programação do Arraiá Mangabeira segue nesta quinta com show gratuito de “Os 3 do Nordeste”

csm_policia_civil_paraiba_joao_pessoa_23_f2d6c68b06

Polícia Civil prende investigados por estupro de vulnerável praticado no Mercado Central de João Pessoa