UFPB vai produzir remédios e vacinas com americanos e africanos

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A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com a Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, e com o Centro de Desenvolvimento de Medicamentos e Ensaios Terapêuticos para África (CDT-África), vai trabalhar em prol de descobertas inovadoras e de invenções de medicamentos, vacinas, diagnósticos e outras intervenções terapêuticas.

Essa cooperação tripartite começou a ser desenvolvida no início deste mês, durante viagem do pró-reitor de pesquisa Isac Medeiros à Universidade de Ohio, para participar de simpósio e de evento bianual sobre investigações acadêmicas. Universidades e centros de pesquisa de vários países africanos estão associados ao CDT-África, entre eles Etiópia, Quênia e Tanzânia. O órgão é financiado pelo Banco Mundial.

“A UFPB está entre as 36 instituições de ensino e institutos de pesquisa brasileiros aprovados para o Programa Institucional de Internacionalização (Print) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A Universidade de Ohio é um de nossos aliados. Colaboramos há 11 anos. Este projeto com os africanos reforça o processo de internacionalização e potencial da UFPB para colaborar com outros países”, avalia o pró-reitor.

Segundo Medeiros, as discussões para esta cooperação técnica estão avançadas e ocorrem presencialmente e à distância. Em Ohio, surgiu uma primeira ideia, que seria a participação de discentes e de docentes em eventos acadêmicos conjuntos, além do intercâmbio entre grupos de pesquisa. “Não houve tempo hábil para elaborar um plano de trabalho formal. Mas as negociações são prósperas. É uma colaboração importante para a UFPB”.

Durante os trabalhos em Ohio, o pró-reitor também foi convidado e assumiu, enquanto membro externo, posto no comitê administrativo do programa internacional Global One Health initiative (GOHi), para o enfrentamento de desafios globais relacionados à Saúde. A UFPB renovou participação no projeto, por mais cinco anos, em abril.

“Devo ocupar esse espaço durante dois ou quatro anos. Mais uma vez, tivemos encontros bastante proveitosos do ponto de vista acadêmico-científico e de cooperação técnica. A Universidade de Ohio é muito comprometida com a pesquisa acadêmica”.

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