Ex-coordenador do Padre Zé nega furto de 270 celulares e diz que venda foi autorizada por Egídio

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O ex-diretor de tecnologia da informação do hospital Padre Zé, Samuel Segundo, gravou vídeos nos quais detalha atos de corrupção que ele atribui ao Padre Egídio de Carvalho, ex-diretor geral da casa de saúde. Samuel, que chegou a ser preso em agosto pelo furto de celulares que haviam sido doados pela Receita Federal para venda em um bazar solidário, alegou que não houve furto, mas que a venda dos aparelhos foi autorizada pelo Padre Egídio.

As declarações reforçam uma denúncia anônima que foi encaminhada ao Ministério Público do estado da Paraíba dando conta de desvios milionários dos cofres do hospital em proveito do próprio Egídio.

Para exemplificar o gosto do religioso por artigos de luxo, Samuel explicou que somente para um dos imóveis de Padre Egídio, foram adquiridos R$ 117.000 em itens de iluminação.

No vídeo, Samuel Segundo garante que a compra de um fogão por R$ 78.000 foi apenas um detalhe em meio a todos os gastos efetuados pelo Padre Egídio com dinheiro do hospital Padre Zé.

 

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