Bancada governista rejeita requerimento sobre a instalação de radares em JP

A bancada do prefeito Luciano Cartaxo na Câmara Municipal de João Pessoa derrubou, durante a sessão desta quinta-feira (10), requerimento do vereador Lucas de Brito (DEM) com pedido de explicações sobre a instalação de radares eletrônicos em algumas avenidas da cidade. Apenas os quatro vereadores da oposição foram favoráveis à solicitação.

O documento seria encaminhado ao superintendente Executivo de Mobilidade Urbana do Município de João Pessoa (Semob), Nilton Pereira, solicitando cópia do procedimento licitatório que resultou na contratação da empresa para instalação e manutenção de radares eletrônicos; dos estudos de engenharia de trânsito obrigatórios; e dos gastos públicos para a ação.

Lucas destacou que a empresa responsável pela instalação dos equipamentos, contratada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa é a mesma que tem um histórico de irregularidades em prefeituras de São Paulo geridas pelo PT e que foi denunciada em matéria veiculada na mídia nacional.

O vereador lembrou ainda que não houve anúncio de um estudo técnico prévio para a adoção da medida, conforme exige o Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “Estamos aguardando que a Semob torne públicos esses estudos, o que não foi feito até agora”, ressaltou. Pela decisão da gestão petista, os novos radares eletrônicos instalados nas avenidas Cabo Branco, Ruy Carneiro, Edson Ramalho, João Câncio da Silva, Argemiro de Figueiredo e Fernando Luiz Hernrique dos Santos passarão a multar os motoristas que ultrapassarem o limite de 50 km de velocidade das 6h às 22h.

PSF – Também durante a sessão desta quinta-feira, a bancada governista na CMJP derrubou outro requerimento do vereador Lucas de Brito com pedido de informações sobre a precariedade do atendimento no PSF Cristo Rei, em Mangabeira I. O parlamentar explicou que a população tem procurado seu Gabinete para pedir ajuda em relação às dificuldades encontradas na unidade.

Como argumento, a bancada do prefeito Luciano Cartaxo questionou a forma como o requerimento foi redigido, apenas por pedir atendimento digno aos cidadãos. “A falta de médico, de medicamentos e a demora no atendimento não se compatibiliza com a dignidade da pessoa humana, por isso solicitei o atendimento digno, completo e adequado na unidade de saúde”, explicou Lucas.

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