Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Chairman da Light Infocon Tecnologia S/A, VP da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Paraíba e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP.


“Whatsapp” em números

Milhões de pessoas utilizam redes sociais diariamente, mas não sabem o “tamanho” deste universo que se tornou imprescindível, para a grande maioria da população do nosso planeta. O Whatsapp, por exemplo, tem mais de 120 milhões de usuários somente no Brasil e está presente em outros 179 países, gerando mundialmente, 60 bilhões de mensagens diárias que são enviadas por cerca de 1,5 bilhão de usuários! Ainda em nível mundial, o Brasil é o segundo colocado em “horas gastas em aplicativos de redes sociais”, que tem como primeiro colocado à Índia.

53%

Este é o percentual (muito alto e consequentemente, extremamente preocupante) de “tentativas de acesso/conexão a redes sociais, que são consideradas fraudulentas pelas empresas provedoras (como Facebook, Instagran e Twitter) das plataformas tecnológicas utilizadas nestas redes”. Este percentual é resultado de um levantamento, da empresa australiana Arkose Labs (www.arkoselabs.com), especializada em combate a fraudes na Internet. Pelo documento divulgado pela empresa, “53% das tentativas de acesso em contas nas principais redes sociais, são tentativas automatizadas (ou seja, com o uso de robôs que realizam milhões de combinações de nomes de usuário e senhas, em pouco tempo) de invasões por hackers”. Outros dados apresentados no relatório da Arkose Labs: “9% das tentativas de acesso em sites de serviços financeiros (leia-se bancos) são também tentativas de fraudes e 25% das contas de novos usuários de redes sociais são falsas ou são provenientes de invasões (contas reais que foram violadas)”. São percentuais assustadores!

Spotify

O Spotify (serviço de streaming digital que permite acesso a milhões de músicas, podcasts e vídeos) disponibilizou uma nova versão de sua plataforma tecnológica, que facilita aos podcasters, pessoas que “publicam” na Internet podcasts (arquivos de áudio), que vem da junção de Pod – “Personal On Demand” com broadcast (radiodifusão). Nesta nova versão do Spotify não é mais “necessário utilizar serviços terceirizados para distribuir o podcast gerado”, como era na versão anterior. Denominada de Spotify for Podcasters, a nova versão é voltada para quem cria áudios, facilitando sua divulgação e possibilitando também, “de maneira intuitiva, que o usuário tenha acesso a todas as informações necessárias, mesmo sendo iniciante e sem grandes conhecimentos técnicos, utilizar a ferramenta”. Mais informações no endereço: www.podcasters.spotify.com

Novo recurso técnico no Facebook

Quem também lançou um novo recurso foi o Facebook. Denominado de “Clear History”, pelo nome a nova funcionalidade dar entender que serve para “limpar os dados do histórico do usuário”, mas não é bem assim. A opção “Clear History” (que está em período de testes e ainda não tem data de lançamento no Brasil) tem o objetivo de “possibilitar ao usuário ter controle de permitir ou não, para outras empresas ou pessoas, acessar e utilizar os dados de sua conta na rede social” (a nova opção, simplesmente desliga a coleta de informações, impedindo que terceiros usem os dados). Esta funcionalidade faz parte do acordo celebrado com autoridades americanas de defesa do consumidor, no final do ano passado, depois do “escândalo da empresa Cambridge Analytica na última eleição presidencial norte-americana”. Vale lembrar que o Facebook vai continuar, para fins exclusivamente estatísticos (será?), coletando e guardando “os dados pessoais dos usuários”.

“Whatsapp” em números

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