Vereadores apontam descaso e vão ao MP debater fechamento de casa de show

 O assassinato de uma menor com uma facada no coração durante a realização de matinê no último dia 26 de dezembro, no Esporte Clube São Paulo de Bayeux, trouxe à tona uma discussão antiga sobre o fechamento da casa de show da cidade.

 
Vários moradores da área denunciaram verdadeiros abusos praticados por jovens que frequentam o local. Briga entre gangues, prostituição infantil e consumo de drogas estão entre as acusações. 
 
Segundo a conselheira tutelar, Benedita de Oliveira, uma senhora se identificou como tia da menor Poliana de Melo Araújo, vítima do homicídio, propondo uma ação do Conselho Tutelar para interdição do clube. 
 
Em contato com a reportagem, os vereadores Nino do PT e Célia Domiciano (DEM) também se posicionaram a respeito do fato.
 
”Acho um absurdo o que acontece ali. Se o Ministério Público não tiver mecanismos de monitorar a presença de menores sou a favor do fechamento. É preciso debater com a diretoria do clube, entidades e o MP como resolver esse problema”, destacou a vereadora Célia.
 
O vereador Nino, por sua vez, foi mais além e denunciou uma série de abusos e disse que é necessário uma reunião com a comunidade e autoridades.
 
“Vamos propor uma reunião com autoridades para chegar a uma conclusão e avaliar a situação. Da forma que está não pode ficar. Fico muito preocupado com envolvimento das crianças e adolescentes que são estimuladas às drogas e prostituição infantil”, alertou o vereador.
 
O Ministério Público deverá se pronunciar nos próximos dias sobre a interdição do São Paulo de Bayeux.
 
 

Bayeux em Foco
 

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