UFPB e Exército brasileiro firmam acordo para realização de estágio

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o Comando Militar do Nordeste (CMNE), sediado em Recife (PE), firmaram acordo de cooperação para concessão de estágio curricular obrigatório no ensino superior. O acordo, assinado nesta terça-feira (21) pelo Reitor Valdiney Gouveia e pelo comandante do CMNE, general de Exército Richard Fernandez Nunes, durante solenidade no 1º Grupamento de Engenharia, em João Pessoa, prevê, inicialmente, 37 vagas para estudantes da UFPB matriculados em 16 cursos de graduação. A parceria entre as instituições terá vigência até agosto de 2024.

As oportunidades são para as seguintes áreas: Administração, Arquitetura, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Jornalismo, Comunicação Social, Comunicação em Mídias Digitais e Relações Públicas, Enfermagem, Hotelaria, Fisioterapia, Farmácia, Nutrição, Ciências Contábeis, Arquivologia e Biblioteconomia.

Para o Reitor Valdiney Gouveia, a iniciativa permite que os alunos da UFPB tenham mais campo de estágio, em uma diversidade de cursos. “É uma grande oportunidade para que nossos estudantes possam exercer o aprendizado ou o aplicando, em uma instituição sólida como é o Exército brasileiro, e a possibilidade de que conheçam, in loco, como funciona uma das instituições importantes do país e possam levar esse aprendizado para suas práticas que serão realizadas a partir da conclusão do curso”, destacou o Reitor.

Na avaliação do general Richard Fernandez, o acordo proporciona a integração do Exército com o meio acadêmico, que é muito importante para a sociedade brasileira. “Outro aspecto muito vantajoso é criar oportunidades para os jovens estudantes poderem praticar aquilo que têm aprendido na universidade, junto a uma instituição que trabalha, diuturnamente, em proveito não só da defesa do país como também do desenvolvimento nacional”, acrescentou.

As atividades ocorrerão no Comando do 1º Grupamento de Engenharia e no Hospital da Guarnição, ambos em João Pessoa. A duração do estágio será de, no máximo, dois anos, exceto nos casos de pessoas com deficiência, que poderão estagiar até a conclusão do curso. Por se tratar de estágio curricular obrigatório, não há remuneração pelas atividades desenvolvidas e não ocorrerá chamamento público para a seleção dos estudantes.

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