Suspeita de fraude em eleição afasta Rosilene Gomes da FPF

A presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Rosilene Gomes, foi afastada do cargo hoje por decisão da juíza Renata Câmara Belmont, da 8ª Vara Cível da Capital. Ela analisou uma Ação Declaratória de Anulação de Eleição impetrada pelo Auto Esporte Clube e decidiu pelo afastamento da dirigente por um prazo de 90 dias, prorrogáveis por mais 30 dias. Neste período, responderá pela FPF uma junta provisória composta por Ariano Wanderley da Nóbrega Cabral de Vasconcelos, João Máximo Malheiros Feliciano e Eduardo Faustino Diniz.
 
A ação aponta indícios de irregularidades (vícios insanáveis) na eleição da FPF, especialmente na formação da lista de filiados. Desde dezembro do ano passado, a Justiça Estadual havia solicitado que a federação apresentasse documentos que comprovassem a lisura do pleito, mas a entidade não teria tomado qualquer providência para esclarecer as denúncias. "Ressalte-se que, em decorrência de recurso apelatório, a sentença desse juízo foi confirmada pelo TJPB e, como tal, passou a ser uma decisão do órgão máximo da Justiça Estadual, a qual, mesmo diante do trânsito em julgado, não foi cumprida em sua integralidade. É que, desde 06.12.2013 até a presente data, a FPF não apresentou nenhum outro documento, limitando-se à inércia e permanecendo nos autos tão somente aqueles supracitados", diz um trecho da sentença.
 
Confira a íntegra do documento:
 
 

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