Sucessão estadual provoca mudanças na configuração da Assembleia da PB

A sucessão estadual está deflagrada no plenário da Assembleia Legislativa. Com o fim do prazo para desincompatibilização dos ocupantes de cargos públicos que desejam disputar as eleições proporcionais deste ano, alguns parlamentares retornaram às suas atividades da “Casa de Epitácio Pessoa”.

Iraê Lucena (PMDB), Leonardo Gadelha (PSC) e Aguinaldo Ribeiro (PP) reassumiram seus mandatos, enquanto Expedito Pereira (PMDB), Nadja Palitot (PSC) e Pedro Medeiros (PSDB) voltaram para a suplência.

Mas um deles, Carlos Dunga Júnior (PTB), fez o caminho inverso. O deputado deixou a Assembléia Legislativa para ocupar a Secretaria de Articulação Política da Prefeitura Municipal de João Pessoa. Em seu lugar assume o suplente Ricardo Barbosa (PSB). Este ano quem deverá disputar uma vaga no parlamento estadual deverá ser o ex-deputado federal Carlos Dunga, pai de Dunga Júnior.

Outra mudança poderá acontecer ainda este ano, caso o Tribunal Superior Eleitoral confirme a cassação do deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS), pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TER). Neste caso, quem assume a vaga na Assembléia Legislativas é Alexandre do Brasil (PPS), irmão do ex-prefeito de Solânea, Beto Brasil, também do PPS.

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