Se eu fosse prefeito (II)

Reitero  o que disse não parte I destes escritos: eles correspondem, apenas, a um devaneio, sem que haja, portanto, qualquer pretensão relativamente ao contido em seu título. O que me move, mesmo, com este texto, desde a parte I, é dar alguns palpites relacionados às administrações municipais, na expectativa de que sejam apreciados pelos que estejam investidos na complexa e incompreendida missão de prefeito. E como  já me referi um pouco à questão das vias da cidade com maior fluxo de trânsito, complemento-a chamando a atenção para o seguinte:

– Essa questão do trânsito envolve vários órgãos, não só os específicos  (Semob, Detran, CpTran, Dnit, PRF), mas, também, os da infraestrutura e até uma Cagepa, porquanto as vias públicas, mesmo que só do ponto de vista físico, implicam, em si, responsabilidades diversas, a exemplo do que já apontei anteriormente: os bueiros instalados ao longo das vias públicas, alguns sem tampas e, neste caso, constituindo-se verdadeiras “bocas de lobo”. Em uma hipótese assim, a responsabilidade é de quem?

Aponto, pois, tal responsabilidade inicial como atinente à Prefeitura, através de seu órgão de trânsito, cabendo-lhe, portanto, articular os demais órgãos envolvidos com as vias públicas para que as deixem bem preparadas para a circulação de veículos. Por isto, a importância e indispensabilidade da ação interinstitucional entre os órgãos governamentais, em todas as suas esferas.

Ainda sobre essa questão dos bueiros nas vias públicas, atente-se com quantos todos temos convivido, com os veículos passando sobre eles, vários com as tampas desniveladas em relação ao asfalto (3 a 6 cm pra baixo), causando impactos, quebras veiculares e até acidentes. Ali, na Praça da Independência, bem em frente da avenida Epitácio Pessoa, ninguém observou que, há tempo, existe um, assim?!…

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