Ronaldo Cunha Lima é citado por nomeação ao filho no Senado em 2007

Quando tudo parecia que ia se acalmar, surgiu mais um bolo de 468 atos secretos no Senado. Foram emitidos há cerca de 10 anos, para nomeações, demissões e gratificações. A lista a que o Jornal da Globo teve acesso com exclusividade mostra a documentação para nomear e dispensar funcionários dos gabinetes, da gráfica e do serviço de processamento de dados do Senado. O então Senador Ronaldo Cunha Lima, da Paraíba, na época primeiro secretário e responsável pela administração, nomeou o filho. No ano passado, a Folha de S. Paulo já havia revelado que Cunha Lima Filho era empregado no gabinete do então primeiro secretário Efraim Morais (DEM-PB).

O atual primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), determinou a instalação de um inquérito para apurar o caso. "A informação é que são mais de 400. É uma atitude criminosa. É sabotagem", disse o senador.

Outros atos alteram a estrutura de cargos e pessoal nas áreas de: telefonia, biblioteca, serviço médico, segurança e comunicação. Criam funções de confiança para diretorias e tratam até de folha de pagamento.

Jornal da Globo

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