Ricardo Coutinho promete ser o melhor governador para as polícias

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), falou hoje sobre as queixas do Major Fábio e de setores da polícia com o não pagamento da chamada PEC 300. Durante a visita feita à comunidade Riachinho, a mais atingida pelas chuvas que caem desde a semana passada em João Pessoa, o socialista disse que as leis sancionadas pelo antecessor, José Maranhão (PMDB) tinham servido apenas como instrumento para ganhar votos no segundo turno das eleições:

– A PM sabe o governo que tem. Ela cansou de ser enganada. Será que algum policial na Paraíba acredita que alguém, no desespero de uma derrota eleitoral, faltando um dia para a eleição, tirasse da cartola uma lei para poder aumentar a folha de pessoal em R$ 138 milhões por ano? Isso seria legal? Será que um policial acredita nisso? A polícia sabe que isso não traz nada de positivo para ela. O que traz de positivo é política habitacional, guarda de reserva, curso de formação de sargentos, que há oito anos não tinha, são essas coisas que dizem e falam sobre a realidade. Por que alguns líderes não cobraram a aplicação da lei de escalonamento ainda em dezembro? Por que se calaram? Porque estão fazendo cavalo de batalha eleitoral num terceiro turno que não vai acontecer porque nós ganhamos. E a polícia vai ter um dos melhores governantes que ela já teve. Mas, um governante que trata os outros com seriedade e sem enganação. Não vai ter mentira de PEC. Para desespero de alguns, a polícia está nas ruas, combatendo o bom combate para diminuir a criminalidade. Hoje, você encontra a polícia e o Comandante da PM todos os dias nas ruas.

Outro tema abordado por Ricardo Coutinho foi a eleição para a mesa diretora da Assembleia Legislativa. O chefe do executivo chegou a ser criticado pelo prefeito de Sousa, Fábio Tayrone (PTB) porque o candidato governista, Lindolfo Pires (DEM), vem amargando desvantagem explícita no pleito, enquanto o presidente e candidato à reeleição, Ricardo Marcelo (PSDB) anuncia ter 30 dos 36 votos possíveis no pleito que será realizado no dia 1º de fevereiro:

– O Governo dialoga com os parlamentares, mas uma coisa é óbvia: não sou deputado e não voto. Já fui deputado e votei três vezes. Eu respeito o processo e sou procurado e dialogo com todos os atores que queiram uma Assembleia comprometida com as mudanças que a Paraíba precisa.

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