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Ricardo acusa Maranhão de paralisar obras e governador promete aumento

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O guia eleitoral gratuito dos candidatos a governador da Paraíba foi retomado na noite de ontem. O primeiro a exibir seu material foi Ricardo Coutinho, do PSB. Em seu programa, ele agradeceu à votação dos paraibanos que, mesmo contra as previsões dos institutos de pesquisa, o colocou na frente da disputa. "Agradeço os quase um milhão de votos que obtive. A Paraíba me deu apoio e mostrou muito empenho nesse início de mudança política. Chegamos ao segundo turno na frente, quando diziam que nem teríamos chance. Vencemos uma batalha, mas a luta continua”, avaliou.

Ricardo disse ainda que, com sua eleição, implementaria uma série de ações para fazer a Paraíba avançar 40 anos em 4. “A verdade libertará a Paraíba da opressão, da perseguição e do medo. Vai chegar o dia em que nosso povo será livre. Cada um desses votos multiplica a responsabilidade pela nossa terra, para fazer a Paraíba avançar 40 anos em 4”, afirmou ele.

O programa voltou a mencionar o erro das pesquisas de intenção de voto no Estado, à exemplo da Consult, contratada pelo Correio da Paraíba, que dava vantagem de mais de 20 pontos percentuais a José Maranhão e dos Diários Associados, que ampliavam essa vantagem para mais de 700 mil votos em favor do peemedebista. O Instituto Ibope também foi alvo de críticas. Foi exibido o momento em que o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, anunciou que José Maranhão deveria ser reeleito em primeiro turno, citando os dados da pesquisa boca de urna do instituto, que acabaram não se confirmando.

“A Paraíba não caiu no conto das pesquisas e o resultado, todos sabem. A Paraíba mostra que não se rende, não se vende e não se deixa enganar. A verdadeira pesquisa é a das ruas e das urnas”, emendou o candidato.

O guia do PSB ainda acusou o governador José Maranhão de anunciar obras para incluir no guia eleitoral e depois paralisá-las. O programa disse que a prática teria sido usada na eleição de 2002 para agradar o eleitorado no pleito que Maranhão disputou contra Cássio Cunha Lima. Segundo o PSB, várias ações seriam anunciadas, autorizadas e até iniciadas para criar a impressão de trabalho efetivo para, no meio da campanha ou pouco depois das eleições serem abandonadas. A narração do PSB citou que Maranhão teria paralizado cerca de 1 mil obras.

O programa do PSB não havia sido disponibilizado na internet até a manhã deste domingo, 10.

PMDB – Em seu espaço, o PMDB tratou de destacar o comportamento do governador como um homem trabalhador e disse que o projeto adversário, do candidato Ricardo Coutinho, representava a imposição e a arrogância. "Zé é um homem sensível, que tem experiência para dialogar com o povo". O governador agradeceu a votação que obteve no primeiro turno e disse que a campanha foi muito bonita. Em seguida, ele comentou: O povo da Paraíba sabiamente, entendeu que era preciso aprofundar o debate sobre o nosso Estado. Vamos mostrar que a Paraíba é um estado próspero e que temos projetos para avançar".

Quando tomou conhecimento do resultado das urnas, contudo, Zé havia dito que o eleitorado tinha errado ao votar e que o segundo turno se devia à dificuldade que seu eleitor teve de sufragar seu nome na urna eletrônica, confundindo o 15 em meio aos demais cinco candidatos (deputado estadual, federal, dois senadores e presidente).

A ausência do candidato do PMDB nos debates também foi mencionada: "Vamos poder debater de maneira tranquila. Agora, teremos a oportunidade de mostrar quem é verdadeiro e quem apenas está fazendo promessas para se eleger. Tenho certeza que a Paraíba não vai aceitar que a arrogância se instale no Governo do Estado", declarou Maranhão.

Na narração, o guia seguiu dizendo que Maranhão teria sido o governador que mais trabalhou pelo Estado e depois mostrou novas propostas do governador, que prometeu aumento ao servidor público: "Todos os funcionários públicos terão aumento salarial, já fizemos a previsão no orçamento de 2011 que já está na Assembleia", disse o chefe do executivo, acrescentando a promessa de implantar a PEC 300, da mesma forma que fez o Estado de Sergipe, além da contratação de 1.600 concursados da polícia, fazer mais investimentos em segurança e criar uma rede de ensino profissionalizante no Estado.

Assista ao guia de José Maranhão.

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